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Brasil tem forte presença na arbitragem da Copa do Mundo de 2026; confira os árbitros do torneio
Seleção considera desempenho e experiência internacional
A definição do quadro de arbitragem para a Copa do Mundo de 2026 representa uma etapa importante na preparação do torneio. A escolha dos árbitros envolve critérios rigorosos da FIFA, como desempenho recente, preparação física, experiência em competições internacionais e domínio das regras do jogo. Entre os profissionais selecionados estão representantes de todas as confederações, incluindo nomes brasileiros que atuam com frequência nas principais competições de clubes e seleções, o que reforça a credibilidade do país no cenário internacional.
Como é formado o quadro de arbitragem da Copa do Mundo de 2026
A montagem do quadro de arbitragem da Copa do Mundo de 2026 passa por um processo gradual, acompanhado de perto pela FIFA ao longo de vários anos. Árbitros e assistentes são avaliados em competições continentais, torneios de base, Mundiais de Clubes e partidas de eliminatórias, permitindo um monitoramento constante do desempenho e da conduta.
No Mundial de 2026, a escolha levou em conta o aumento no número de seleções – agora 48 – e, consequentemente, no volume de jogos. Isso exige um contingente maior de árbitros centrais, assistentes e profissionais de VAR de todas as confederações, com nomes como Michael Oliver, Anthony Taylor, Szymon Marciniak, Cesar Ramos e Ismail Elfath entre os principais destaques internacionais.

Como será a arbitragem brasileira na Copa do Mundo de 2026
A arbitragem brasileira na Copa do Mundo de 2026 terá três árbitros principais: Ramon Abatti Abel (SC), Wilton Pereira Sampaio (GO) e Raphael Claus (SP). Esses profissionais atuam com frequência em Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores e Eliminatórias, cumprindo padrões físicos, técnicos e de uso de tecnologia exigidos pela FIFA.
Além dos centrais, o Brasil contará com cinco assistentes de campo: Bruno Boschilia (PR), Bruno Pires (GO), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS). Na cabine de vídeo, o responsável será Rodolpho Toski Marques (PR), consolidando um grupo brasileiro experiente dentro do quadro sul-americano e habituado ao uso intensivo do VAR.
Como a arbitragem impacta a Copa do Mundo de 2026
A arbitragem da Copa do Mundo de 2026 terá impacto direto na condução das partidas, especialmente em um formato com mais seleções e mais jogos. A expectativa é de atuações firmes no controle disciplinar, aplicação consistente das regras, comunicação eficiente e uso criterioso da tecnologia de vídeo, preservando o fluxo e a justiça no jogo.
Entre os pontos que costumam orientar a atuação do quadro de arbitragem estão princípios técnicos e de gestão de jogo, que visam garantir uniformidade e segurança em todas as partidas. Esses aspectos aparecem de forma recorrente nas diretrizes da FIFA para árbitros, assistentes e equipes de VAR, organizados em orientações práticas:
- Padronização: seguir as mesmas orientações em diferentes jogos e estádios;
- Comunicação: troca rápida de informações entre campo e cabine de vídeo;
- Tempo de jogo: cuidado com a duração das revisões para não alongar excessivamente as partidas;
- Proteção dos atletas: atenção especial a jogadas de contato e possíveis lesões;
- Transparência: sinalização clara das decisões para jogadores, comissões técnicas e torcedores.

Quais são os principais nomes da arbitragem na Copa do Mundo de 2026
O quadro de árbitros da Copa do Mundo de 2026 reúne profissionais já conhecidos de outras grandes competições da FIFA e da UEFA. Na Europa, destacam-se Michael Oliver e Anthony Taylor (Inglaterra), Francois Letexier e Clement Turpin (França), Felix Zwayer (Alemanha), Maurizio Mariani (Itália), Danny Makkelie (Holanda) e Szymon Marciniak (Polônia), que já apitou finais de Champions League e Copa do Mundo.
Nas demais confederações, aparecem Mustapha Ghorbal (Argélia), Jalal Jayed (Marrocos), Drew Fischer (Canadá), Cesar Ramos (México) e Ismail Elfath (Estados Unidos), além de árbitros de Honduras, Jamaica, El Salvador e outros países africanos e asiáticos. A presença de mulheres como Katia Garcia (México) e Tori Penso (Estados Unidos) amplia a diversidade do quadro e reforça a inclusão de árbitras em jogos de alto nível.