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Defesa de Diddy recorre à nova ação e diz que festas do rapper eram “protegidas pela lei”
Defesa do rapper baseia recurso em liberdade de expressão e interpretação da lei sexual
A defesa de Sean “Diddy” Combs, preso por graves acusações, recorreu à mais uma tentativa de anular a condenação do rapper por crimes relacionados à prostituição, no tribunal federal de apelações dos Estados Unidos.
Os advogados solicitam a liberação imediata do músico, argumentando que as chamadas “freak-offs” que ele organizava, festas regadas a drogas e sexo, envolviam voyeurismo e produção de pornografia amadora – práticas protegidas pela Primeira Emenda.
Os promotores afirmaram que Ddiddy, condenado a 50 mese de prisão, coagia as mulheres a participar de encontros sexuais com ações masculinas, frequentemente com uso de drogas e em eventos que duravam vários dias.
A defesa argumenta que os encontros sexuais filmados eram encenados, com uso de elementos como fantasias e iluminação, e os registros em vídeo foram feitos para consumo privado. Deste modo, não se trataria de prostituição no sentido legal, mas de conteúdo sexual, protegido pela Constituição americana.
Outro ponto levantado pela defesa é que o juiz responsável pelo caso teria consideradas condutas pelas quais o condenado teria sido absolvido. Isto seria incompatível com as recentes diretrizes da Comissão de Sentenciamento dos Estados Unidos. A pede defesa de que o caso seja revisto ou que haja uma nova definição de pena.