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‘Mais forte’: Carlos Bolsonaro defende pai e critica prisão domiciliar

Em publicação em rede social, o filho 02 do ex-presidente criticou decisão do ministro Alexandre de Moraes e citou cirurgia no ombro

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Em visita anterior, Carlos Bolsonaro compartilhou foto antiga com Jair Bolsonaro para comentar sobre prisão domiciliar do pai. Crédito: Reprodução/X @CarlosBolsonaro

O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), afirmou que a saúde de Jair Bolsonaro (PL) está melhorando e que o pai está “mais forte”. O filho visitou o ex-presidente nesta quarta-feira (15/4) por duas horas, seguindo o protocolo das regras de prisão domiciliar temporária impostas ao condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Em publicação no X (antigo Twitter), Carlos afirmou que os soluços de Jair diminuíram, assim como a quantidade de medicamentos que ele precisa tomar, e que os dois puderam conversar sobre amenidades. “Esses momentos, mesmo que breves, me enchem de alegria”, escreveu.

Na visita anterior, em 1º de abril, Carlos havia afirmado que o pai estava com a saúde deteriorando em razão da prisão e que ele continuava “enfrentando crises de soluços intermináveis e ininterruptas”. Já no dia 4 de abril, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL Mulher) contradisse o enteado e disse que o ex-presidente estava “há seis dias” sem apresentar soluços

O filho 02 de Bolsonaro afirmou que o pai teve perda significativa de massa muscular, o que é, para ele, “consequência direta das limitações impostas à sua locomoção diária”. Apesar disso, Carlos disse que Jair continua forte e lúcido.

“Mesmo sendo um preso político, condenado sem ter desviado um centavo dos cofres públicos, passando por um processo sofrendo todas as ilegalidades possíveis para cumprirem mais uma missão dada, assino novamente: o Bicho é Bruto Demais!”, escreveu Carlos.

Na mesma publicação, Carlos comentou que o pai precisará ser submetido a uma cirurgia no ombro em decorrência de queda sofrida nas dependências da cela da Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro cumpriu o início da pena e teve uma queda e bateu a cabeça em um móvel, em janeiro. “Aquela mesma que só foi autorizada sua ida ao hospital após mais de 24 horas, quando então foi constatado um traumatismo craniano leve”, escreveu. 

Na época, o primeiro pedido da defesa para remoção imediata do ex-presidente para um hospital foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que usou como justificativa análise da equipe médica da Polícia Federal. O ministro, em despacho, permitiu que a defesa agendasse previamente a realização de exames, desde que aconselhados pelo médico particular “com indicação específica e comprovada necessidade”.

A publicação de Carlos termina com um pedido feito por Bolsonaro: “O Presidente me pediu para transmitir um abraço a todos e reforçar que devemos nos manter firmes e confiantes”.