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Primeira Fragata da Classe Tamandaré é incorporada à Marinha do Brasil

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Foto: Super Rádio Tupi

 A Marinha do Brasil  realizou  na manhã de hoje a cerimônia de “Mostra de Armamento da Fragata Tamandaré  (F200), o primeiro navio da Classe, que foi totalmente construído no Brasil, com mão de obra local e transferência de tecnologia alemã. A cerimônia marca a incorporação do navio à Armada, transferindo-o do estaleiro que o construiu para o setor operativo da Marinha do Brasil (MB).

O comandante  da Marinha, Marcos Olsen, fala sobre a importância da Força Armada se preparar para defender o território brasileiro.

“O Brasil possui uma vasta área marítima sob jurisdição do estado. E é absolutamente imprescindível que se tenha capacidade de monitoramento, né e de proteção dos recursos que essa área abriga. São recursos voltados pra energia, alimento, minerais, terras raras. E e não podemos entender que isso não é objeto de cobiça de terceiros, além de ser central para o desenvolvimento externo.”, disse.

Ele também falou sobre o  material nacional incorporado às fragatas.

“efetivamente incorporar o maior conteúdo nacional. Nós iniciamos a primeira fragata com 32% de conteúdo nacional, as demais já atingem quase 50% de conteúdo nacional. A ideia é que a gente assegure na discussão para os contratos das próximas quatro fragatas um conteúdo nacional que chegue a 60, 65%, privilegiando a base industrial de defesa e, como eu disse, preservando empregos, dignidade e renda.”, finalizou.

O comandante  da Fragata Tamandaré, Gustavo Tomé, explica que a embarcação vai trabalhar com um tripulação enxuta, pois os equipamentos que possui, de alta tecnologia que possui podem ser controlados de forma remota.

“Existe uma tripulação enxuta do navio justamente por causa desses equipamentos de alta tecnologia, então diversos sistemas são operados de forma remota o que possibilita termos a tripulação, diria que pela metade hoje das fragatas que compõem a força.”, afirmou  o comandante Tomé.

A F200 terá papel importante na proteção da Amazônia Azul, sendo essencial para o monitoramento e controle do espaço marítimo, para a defesa das ilhas oceânicas, proteção de estruturas críticas e para salvaguarda das comunicações marítimas de interesse nacional.