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O Rio de Janeiro como cenário: séries do Globoplay para amar a cidade
Da Zona Sul ao subúrbio, explore produções originais da plataforma que usam as paisagens e a cultura carioca como parte fundamental de suas histórias
O Rio de Janeiro é mais do que um simples cartão-postal nas produções do Globoplay. A cidade se transforma em personagem central em diversas séries originais da plataforma, que exploram desde o glamour da Zona Sul até a rotina complexa do subúrbio, oferecendo um retrato multifacetado da vida carioca.
Essas narrativas aproveitam as paisagens, os sotaques e a cultura local para construir tramas que prendem a atenção do público. Com histórias que vão do drama familiar à ação policial, o serviço de streaming da Globo aposta em cenários autênticos para dar mais profundidade aos seus enredos, mostrando que a cidade tem muito mais a oferecer do que apenas praias e o Cristo Redentor.
Séries que transformam o Rio em personagem

Para quem deseja explorar diferentes facetas da cidade sem sair de casa, algumas produções se destacam no catálogo. Elas apresentam o Rio de Janeiro por meio de perspectivas variadas, revelando as contradições e a riqueza cultural que definem a metrópole.
“Os Outros” (2023)
Nesta série, um condomínio na Barra da Tijuca se torna o palco de uma guerra entre vizinhos. A produção explora as tensões sociais e a intolerância na classe média carioca. O cenário aparentemente pacífico se transforma em um campo de batalha, refletindo conflitos urbanos que poderiam acontecer em qualquer grande metrópole, mas com um tempero nitidamente carioca.
“Arcanjo Renegado” (2020)
A série de ação acompanha a rotina de Mikhael (Marcello Melo Jr.), sargento de uma força de elite da polícia do Rio. A trama se desenrola em comunidades e cenários urbanos que expõem a complexidade da segurança pública na cidade. A produção é conhecida por seu realismo ao retratar as operações policiais e os dilemas morais de seus personagens.
“A Divisão” (2019)
Inspirada em fatos, a série reconstitui o trabalho da Divisão Antissequestro (DAAS) nos anos 1990, uma época em que o Rio de Janeiro enfrentava uma onda de crimes do tipo. A produção utiliza locações reais e uma estética crua para transportar o público a um período turbulento da história da cidade, mostrando o embate entre policiais e criminosos.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.