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Veja como as duas novas agulhas na Av. Brasil vão mudar seu trajeto para o Porto

Obra de R$ 1,5 milhão cria pistas diretas na altura de Manguinhos, prometendo fim dos gargalos

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Acidente interdita a Linha Vermelha e outro congestiona a Avenida Brasil. Foto: Divulgação/COR

A partir da próxima terça-feira, 30 de junho, o trânsito na Avenida Brasil passará por mudanças com o início das obras de duas novas agulhas viárias. O projeto, localizado na altura de Manguinhos, busca criar acessos exclusivos para o Porto do Rio, separando o fluxo de carretas pesadas dos demais veículos que circulam pela via.

O investimento total é de R$ 1,5 milhão, com previsão de conclusão em até 90 dias. Para o prefeito Eduardo Cavaliere, a obra atende a uma demanda histórica do setor de logística e comércio. De acordo com o prefeito, a intervenção “melhora a segurança e evita roubo de carga porque o acesso passa a ser mais fácil” para quem opera na região.

Infraestrutura e sinalização em novos acessos

A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos será a responsável pelas melhorias, que abrangem os dois sentidos da via expressa. O trabalho envolve uma série de readequações técnicas fundamentais para a região:

Panorama das intervenções viárias

Compreenda as ações realizadas e seus resultados diretos.

Aspecto Intervenção Impacto Principal
Reforma asfáltica Recuperação da pavimentação e melhoria no escoamento de água. Evita pontos de alagamento.
Ajuste de traçado Alteração na geometria das pistas. Permite manobras mais seguras para caminhões grandes.
Nova sinalização Instalação de placas e marcações horizontais. Orienta os condutores sobre entradas e saídas específicas.

Fim do conflito com o acesso à Linha Amarela

Um dos principais objetivos da prefeitura é eliminar o gargalo atual em que o fluxo portuário se mistura com os veículos que buscam a Linha Amarela. Essa convergência é apontada como a principal causa de retenções e conflitos de tráfego, prejudicando a fluidez na principal via urbana do Rio de Janeiro.

O secretário de Conservação, Diego Vaz, explica que a construção vai otimizar a divisão das pistas. Segundo o gestor, a medida trará “impacto direto na mobilidade e na logística”, tornando a circulação mais eficiente para os motoristas e reduzindo os deslocamentos desnecessários pela área central.