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Uma mulher de 30 anos contrai um empréstimo de cerca de R$ 2.4 milhões para a compra de duas casas e tem um rendimento anual de R$ 840.000
Alice comprou um terreno com um lago na França para viver em paz e transformou o local em uma propriedade lucrativa para aluguel turístico.
Ela comprou um lago e fez dele um negócio
A ideia nasceu numa parada de van à beira de um lago. Foi ali que Alice, empreendedora de 30 anos acostumada à correria, decidiu que queria mais paz sem abrir mão de gente por perto. Dois anos depois, assinou a compra de um terreno de três hectares com lago no interior da França e transformou o sonho em um negócio que já projeta seis dígitos de faturamento. O mais surpreendente não é o valor, e sim a forma como ela levantou o dinheiro.
Como ela conseguiu comprar um lago inteiro?
Com negociação e um financiamento robusto. O anúncio pedia 398 mil euros, mas Alice fechou a compra em 2026 por 370 mil (cerca de 2.4 milhões convertidos em reais ), sem contar as taxas de cartório. O terreno tem três hectares na região de Lot-et-Garonne, no sul da França, com um lago e duas casas na propriedade.
- Uma casa de 70 metros quadrados, onde ela própria mora
- Uma casa maior, de 130 metros quadrados e quatro quartos, reservada ao negócio
- Um empréstimo bancário de 300 mil euros bancou a maior parte da aquisição
De onde veio o dinheiro que faltava?
De uma solução fora do manual. As economias e a ajuda da família cobriram parte das reformas, mas não fecharam a conta. Então Alice montou um financiamento coletivo diferente: contratos de empréstimo entre pessoas físicas, assinados um a um, com juros fixos de 4% ao ano e prazo de cinco anos.
Foram 48 apoiadores e 215 mil euros levantados, sem nenhuma plataforma tradicional. Cerca de 70% vinham do círculo dela, e o restante chegou pelo storytelling nas redes sociais e no LinkedIn.
Todo esse esforço só faz sentido se a propriedade se pagar. Os números que Alice projeta mostram exatamente onde ela quer chegar.
O que ela pretende alugar nessa propriedade?
Um pouco de tudo, sempre ligado a hospedagem e convívio. A casa de 130 metros quadrados vira um espaço de coliving, com estadias de poucos dias a até três meses voltadas a empreendedores e artistas. O lago e o restante do terreno completam a operação e diluem o risco entre várias fontes de renda.
- Duas cabanas flutuantes sobre o lago, já alugadas para turistas
- Minicasas pré-fabricadas para ampliar a oferta de hospedagem na propriedade
- Um antigo galpão agrícola reformado para coworking, eventos e encontros corporativos
Vale a pena transformar um sonho em investimento?
A trajetória de Alice mostra que dá para criar a própria economia longe das grandes cidades, apostando em natureza e hospitalidade. O plano é ousado e cheio de risco, já que as parcelas vão começar a vencer e o faturamento precisa acompanhar o calendário. Se a ideia de unir qualidade de vida e renda te empolga, use o caso como inspiração e não como receita pronta, porque este relato conta uma história real e não é recomendação de investimento.