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O recado da CBF ao banir a CazéTV da bilionária disputa pelos direitos da Copa do Brasil

Entenda por que a gigante do streaming não foi convidada para a negociação; decisão da CBF aponta para desgaste na relação com a agência LiveMode

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Homem de óculos, barba e fones de ouvido segura microfone roxo, gesticulando.
Casimiro Miguel, apresentador da CazéTV, no centro da polêmica sobre os direitos de transmissão da Copa do Brasil com a CBF.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) surpreendeu o mercado de mídia esportiva ao excluir a CazéTV, um fenômeno de audiência no streaming, da concorrência pelos direitos de transmissão da Copa do Brasil para o quadriênio 2027-2030. O movimento, ocorrido em junho de 2026, não se trata de uma aversão ao streaming, mas sim do ápice de um desgaste institucional com a LiveMode, agência que representa comercialmente o canal de Casimiro Miguel. A disputa envolve um pacote de direitos avaliado em até R$ 1 bilhão.

Enquanto a CazéTV foi deixada de fora, a CBF enviou convites formais a gigantes da mídia tradicional e digital, como Globo, Disney (ESPN/Star+), Paramount+, e TNT Sports (Warner Bros. Discovery). A inclusão de múltiplos players de streaming na lista de convidados deixa claro que a questão central não é a plataforma, mas sim a relação comercial e institucional por trás da operação.

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Por que a CazéTV não foi convidada pela CBF?

Fontes do mercado apontam que a decisão da CBF é resultado de um atrito crescente com a LiveMode. A agência, que também comercializa os direitos de competições como a Copa do Nordeste e o Campeonato Brasileiro (para a Liga Forte União), tem tido uma relação tensa com a entidade máxima do futebol brasileiro. A exclusão da CazéTV da negociação da Copa do Brasil é vista como uma consequência direta desse desgaste, penalizando o canal de streaming devido à sua associação com a agência.

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(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Adicionalmente, o cenário regulatório se tornou mais complexo. Investigações recentes do Conar e da Senacon sobre a publicidade de casas de apostas em transmissões esportivas, incluindo as da CazéTV, adicionaram uma camada de pressão. Embora não seja a causa direta da exclusão, esse contexto contribuiu para um ambiente de maior escrutínio e potenciais atritos entre as partes envolvidas.

O impacto para o futebol e o público jovem

A ausência da CazéTV na disputa é significativa, pois o canal demonstrou uma capacidade ímpar de engajar o público jovem, quebrando recordes de audiência no YouTube e na Twitch. A decisão da CBF pode representar uma oportunidade perdida de conectar a Copa do Brasil com uma nova geração de torcedores que consome futebol prioritariamente em plataformas digitais. O desfecho da negociação revelará se a entidade priorizará modelos tradicionais ou se buscará outras formas de inovar e alcançar essa audiência estratégica para o futuro do esporte.

Nota: Este artigo foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial e revisado por um editor humano para garantir precisão e clareza.