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Quem é o jornalista que levou alfinetada de Cristiano Ronaldo na Copa

O comentarista Marcelo Bechler, de Contagem, virou notícia após CR7 se irritar na Copa

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Conheça Marcelo Bechler, jornalista desafiado por Cristiano Ronaldo na Copa. Foto: Reprodução

Cristiano Ronaldo surpreendeu a imprensa ao destacar, em coletiva às vésperas do jogo de Portugal contra a Espanha na Copa do Mundo, um jornalista brasileiro pelo nome — e não foi para elogiar. O escolhido foi Marcelo Bechler, mineiro de 39 anos radicado na Espanha, que saiu do episódio sem entender exatamente por quê.

Depois da cena, Bechler publicou um vídeo nas redes sociais assumindo que não se lembrava de nenhum episódio concreto que justificasse a observação de CR7. “Não sei se é porque ele viu alguma coisa de eu falando que gosto mais do Messi, não sei se é porque ele viu alguma crítica que fiz ao comportamento”, disse. O jornalista admitiu, porém, uma pitada de orgulho com a situação: “É um pouco envaidecedor, me dá uma certa vaidade de olha onde meu trabalho está chegando”.

Furos sobre Messi e Neymar no Barcelona

Natural de Contagem, em Minas Gerais, Bechler se formou na PUC-MG e passou por Globo, Grupo Bandeirantes e Lance! antes de se mudar para a Espanha em 2014 para cobrir o Barcelona. Foi lá que construiu sua reputação internacional: em 2017, foi o primeiro a revelar a saída de Neymar para o PSG, e em 2020 antecipou a tentativa de Messi de deixar o clube catalão.

Também em 2020, uma análise sua viralizou depois que o Bayern de Munique aplicou 8 a 2 no Barcelona pela Champions League. Antes do jogo, ele havia afirmado: “O Bayern vai atropelar o Barcelona. É o confronto mais desequilibrado das quartas de final.” Hoje, Bechler é comentarista no TNT Sports, colunista na Folha de S. Paulo e especialista em futebol internacional na Rádio Itatiaia.

CR7 é “mais elogiável do que criticável”

Sobre Cristiano, o jornalista foi direto: classificou o português como “um grande jogador”, acrescentando que é “criticável, às vezes, como absolutamente todos são, mas muito mais elogiável do que criticável.” Bechler também deixou claro o que o incomodaria de verdade numa situação assim: ser lembrado por falta de ética, não por opinião. “Eu ficaria muito chateado se ele falasse: ‘Você já inventou coisas sobre mim, você já plantou fake news sobre mim'”, explicou.