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“Meu radar apita”: Monark volta à polêmica ao dizer que Sonza e Xuxa são mulheres trans
Influenciador sugere sem provas que artistas e ex-primeira-dama são trans
O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido publicamente como Monark, voltou a gerar controvérsia em seu canal no YouTube. Sem apresentar evidências, ele afirmou que diversas personalidades brasileiras são mulheres trans.
As declarações envolvem a cantora Luísa Sonza, a apresentadora Xuxa Meneghel e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo o produtor de conteúdo, o seu “radar trans apita” para a esposa do ex-presidente.
Declarações sobre celebridades e vida pessoal
Durante uma conversa com o humorista Cassius Ogro, o influenciador questionou a gestação de Maria Lina, ex-companheira de Whindersson Nunes. Monark sugeriu que o comediante não teria perdido um filho, alegando que a influenciadora nunca esteve grávida.
Na sequência, ele demonstrou confusão entre os nomes das ex-parceiras de Whindersson. “Eu acho que a mina dele não era mina não. Acho que era uma trans”, disparou, referindo-se inicialmente a Maria Lina para depois focar na cantora.
Monark diz que Whindersson Nunes não perdeu o filho porquê a Luiza Sonza é uma mulher trans. pic.twitter.com/C0Xxp2zV0n
— Teorias do Monark (@Ky237698513) July 10, 2026
Sobre Sonza, o influenciador insistiu na tese de transição de gênero. “Luísa Sonza eu acho que é trans. Tem cara. É sim, esse mundo é perverso”, declarou Monark em um dos três vídeos publicados sobre o tema.
Este novo episódio ocorre após Monark passar cerca de 3 anos afastado dos holofotes das principais redes. O isolamento foi consequência da defesa da existência de um partido de orientação ligado ao nazismo no Brasil.
Passado marcado por suspensões e demissão
A fala, proferida durante um episódio do Flow Podcast em 2022, resultou em sua demissão do programa e no rompimento de contratos publicitários. Na ocasião, a Amazon suspendeu parcerias com o projeto após a repercussão internacional do caso.
Para justificar sua conduta anterior, o influenciador afirmou que possuía apenas um “conhecimento superficial” sobre o assunto. Agora, ele retoma a produção de conteúdo focando em teorias conspiratórias sobre a identidade de figuras públicas.