Rio
Trens do RJ operam com atrasos e ramais parciais após ventania histórica; veja
Ventos de 100 km/h causam mortes no Rio; ramais Japeri e Saracuruna operam com problemas
A circulação ferroviária na Região Metropolitana do Rio de Janeiro apresenta restrições e mudanças operacionais na manhã desta quinta-feira (30). Os passageiros encontram trechos interrompidos e necessidade de baldeação em função dos danos causados pela ventania que atingiu o estado no dia anterior.
No ramal Japeri, as composições circulam apenas entre a Central do Brasil e Nova Iguaçu, com intervalos de 15 minutos. Já no ramal Saracuruna, quem viaja entre Gramacho e a Central aguarda cerca de 20 minutos. No trecho entre Saracuruna e Gramacho, a TrensRJ informou que é obrigatório realizar uma troca de trem na estação Campos Elíseos para completar o trajeto, devido a falhas no sistema de energia.
Operação parcial e intervalos nos ramais
- Ramal Santa Cruz: As viagens ocorrem com tempo médio de espera de 9 minutos entre as saídas.
- Ramal Deodoro: A linha opera com o fluxo mais frequente da manhã, mantendo a média de 8 minutos.
- Ramal Belford Roxo: O tráfego de trens segue a grade regular, com intervalos de 15 minutos para os usuários.
Ventos de 100 km/h deixam rastro de destruição
Os transtornos na mobilidade são reflexos de uma frente fria severa que registrou rajadas de vento superiores a 100 km/h na última quarta-feira. O clima extremo provocou quedas de estruturas e causou mortes na capital fluminense, mobilizando as forças de segurança e Defesa Civil.
Além das vítimas fatais confirmadas, as autoridades monitoram ocorrências graves em outros pontos do estado. Em Angra dos Reis, equipes de resgate realizam buscas por um pescador que desapareceu no mar durante a ventania que atingiu a Costa Verde. A queda de um muro na rede ferroviária também foi um dos prejuízos contabilizados pelas equipes de manutenção.