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Trump chama Estreito de Ormuz de “novo território dos EUA” em novo post

Presidente norte-americano publicou imagem em rede social destacando a rota de petróleo como parte dos EUA

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Donald Trump foi o responsável pelo retorno dessa franquia de sucesso
Em carta enviada ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, 31 parlamentares democratas afirmaram que as ações do governo Trump fazem parte de um padrão mais amplo de interferência em processos eleitorais da região. Créditos: depositphotos.com / palinchak


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (18/8) uma imagem em sua rede social Truth Social que representa o Estreito de Ormuz como parte do território norte-americano.

No mapa compartilhado pelo republicano, a passagem marítima aparece destacada com um círculo e identificada pela expressão “Novo Território dos EUA”.

Localizado entre o Irã e Omã, na entrada do Golfo Pérsico, o Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas para o transporte internacional de petróleo.

A publicação ocorreu um dia depois de Trump defender publicamente a possibilidade de transformar a área em território dos Estados Unidos. Na segunda-feira (17/8), o presidente classificou a anexação do estreito como uma “ótima ideia”.

Questionado no Salão Oval, durante coletiva de imprensa, sobre a declaração feita na semana anterior, quando havia mencionado que poderia anunciar a mudança em relação ao estreito, Trump afirmou: “Quero dizer que nós os controlamos”.

Na sequência, o presidente relacionou a possibilidade de considerar Ormuz território norte-americano ao bloqueio imposto à passagem e voltou a defender a ideia.

“Nós o controlamos com o bloqueio, e gosto da ideia de declará-lo um território”, acrescentou o presidente.

Estreito de Ormuz na guerra com o Irã

A passagem marítima passou a ocupar posição central no conflito entre Estados Unidos e Irã e se tornou um dos principais instrumentos de pressão no confronto.

Teerã mantém o estreito efetivamente fechado desde o início dos combates, no fim de fevereiro, afetando uma rota considerada fundamental para o comércio mundial de petróleo.