Rock in Rio tem 152 câmeras, drones e reconhecimento facial; 3 pessoas já foram levadas à delegacia - Super Rádio Tupi
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Rock in Rio tem 152 câmeras, drones e reconhecimento facial; 3 pessoas já foram levadas à delegacia

Central de monitoramento funciona 24 horas; tecnologia já permitiu deter pessoas com pendências na justiça

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Foto: Divulgação

A vigilância tecnológica no Rock in Rio já resultou na condução de três pessoas à delegacia e na apreensão de dois drones irregulares. Com um esquema que monitora desde a biometria facial até as águas da região, o evento opera uma central de inteligência que funciona 24 horas por dia.

Monitoramento contra invasões e drones ilegais

O cerco à Cidade do Rock se estende para além dos portões principais. Radares perimetrais e câmeras térmicas vigiam constantemente o entorno da Lagoa de Jacarepaguá para evitar entradas clandestinas ou movimentações suspeitas nas bordas do complexo.

No espaço aéreo, um sistema de detecção automática identificou dois drones operando sem permissão no começo do festival. Um dos aparelhos sobrevoou a área interna, o que causou a expulsão do operador e o cancelamento imediato de sua credencial de acesso.

O segundo equipamento foi interceptado nos arredores do complexo. A tecnologia antidrone dispara alertas imediatos aos controladores, dispensando a necessidade de uma busca visual constante por parte dos operadores para identificar invasões no espaço aéreo.

A estrutura mobiliza cerca de 2,4 mil profissionais, somando vigilantes particulares, técnicos e agentes públicos. Nos bastidores, a central de controle abriga especialistas em diversas áreas, incluindo bombeiros, médicos e peritos em inteligência cibernética.

Biometria facial identifica frequentadores com pendências

O monitoramento conta com o suporte de 152 câmeras fixas e três drones oficiais. Além da segurança física, radares meteorológicos acompanham as variações do clima e equipes digitais buscam antecipar possíveis ameaças identificadas em redes sociais.

A tecnologia de reconhecimento facial é um dos destaques nos acessos do evento, contando com 50 dispositivos dedicados a essa função. O sistema cruzou dados e permitiu que três pessoas fossem levadas para a delegacia instalada dentro da Cidade do Rock.

Após os procedimentos de verificação policial, um dos frequentadores abordados permaneceu detido. A medida foi tomada após a constatação de que o homem possuía uma pendência em aberto com a Justiça, identificada durante a triagem biométrica.

De acordo com a organização, a central de operações mantém cerca de 12 profissionais trabalhando simultaneamente em regime de escala. O trabalho integrado permite que ocorrências criminais ou problemas técnicos sejam resolvidos com agilidade durante toda a programação do evento.