Esportes
‘Impossível entender’: Matheus Gonçalves desabafa após ter volta ao Brasil barrada
Meia queria atuar no Brasil, mas Al-Ahli recusou propostas de Vasco e Botafogo; entenda a relação conturbada do jogador com o clube árabe
O meio-campista Matheus Gonçalves desabafou em uma rede social após o Al-Ahli recusar propostas de Botafogo e Vasco para contratá-lo. “Mais uma vez, é impossível entender”, escreveu o atleta.
O desejo de Matheus era retornar ao futebol brasileiro para ter mais minutos em campo, pois tem sido pouco aproveitado no Al-Ahli. O clube da Arábia Saudita disputou oito partidas desde o retorno da temporada, mas o jogador atuou em apenas duas, entrando no segundo tempo.
Ao todo, são apenas 38 minutos jogados nesta temporada, sem participações em gols. Pessoas próximas ao atleta informam que, apesar de estar bem fisicamente, ele não é utilizado devido ao limite de estrangeiros no elenco. O clube árabe também vive uma fase instável, com três vitórias e três derrotas no campeonato local em meio a mudanças na diretoria.
Botafogo e Vasco tentaram a contratação por empréstimo com opção de compra. A diferença entre as ofertas estava no salário: o alvinegro propôs vencimentos na casa de R$ 1 milhão, enquanto o cruzmaltino ofereceu metade do valor, apostando no fato de ser o time do coração do meia.
Relação conturbada
A relação entre Matheus Gonçalves e o Al-Ahli não é simples. Em fevereiro, pessoas ligadas ao jogador indicaram que ele estaria sofrendo um “boicote” por ter encerrado o contrato com a empresa que agenciava sua carreira.
Vendido pelo Flamengo em agosto de 2025, Matheus chegou ao clube saudita pelo bom relacionamento de seu antigo staff com a diretoria. Acredita-se que o fim do vínculo com a empresa chegou aos bastidores do Al-Ahli e motivou sua pouca utilização em campo.
O desgaste com os ex-empresários começou quando o meia ainda estava no Flamengo. O motivo foi o insucesso no desejo do atleta de jogar na Europa. Na época, Matheus Gonçalves chegou a receber propostas de clubes como Ajax e Benfica, mas as negociações não foram concretizadas.
