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Manicures alertam: lixar unhas frágeis com movimentos agressivos de um lado para o outro pode favorecer descamação e pequenas quebras
Manicures e dermatologistas orientam movimentos suaves em uma só direção para evitar pequenas quebras e preservar a borda das unhas.
Unhas que descamam nas pontas costumam denunciar atrito demais na rotina de manicure. Ao trocar o vai e vem da lixa por movimentos leves na mesma direção, a borda ganha menos tensão e a unha preserva flexibilidade.
Por que lixar de um lado para o outro enfraquece as unhas?
Quando a lixa percorre a ponta em sentidos opostos, ela pode agir como uma pequena serra. Em unhas finas, esse atrito repetido favorece camadas levantadas, bordas ásperas e quebras que aparecem logo depois da esmaltação caseira.
A orientação da American Academy of Dermatology é passar a lixa sempre na mesma direção. O gesto parece pequeno, mas reduz esforço na ponta, ajuda a uniformizar a borda livre e evita desgastes desnecessários durante a manicure caseira.

Como a direção da lixa influencia a descamação?
A descamação costuma começar na extremidade, onde as camadas ficam mais expostas. Se a lixa volta contra a fibra da unha, a ponta pode abrir pequenas lâminas e a descamação se torna mais visível, principalmente após secar o esmalte.
O ideal é encostar a lixa com suavidade, trabalhar de uma lateral ao centro e repetir do outro lado no mesmo sentido. Assim, a manicure fica mais controlada e a unha sofre menos tração na borda livre.
Como apoio visual ao cuidado diário, abaixo há um vídeo do canal American Academy of Dermatology no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:
Que tipo de lixa ajuda a proteger unhas frágeis?
Unhas frágeis pedem uma lixa menos agressiva, porque superfícies muito ásperas aumentam a fricção na borda livre. Para quem percebe pontas abrindo, vale priorizar acabamento delicado e controle no movimento sem pressionar a unha fina demais.
Antes de lixar, observar se a unha está lascando ajuda a escolher a pressão certa. Quanto mais fina a placa parecer, mais leveza deve existir no toque, na lixa e no acabamento final da borda livre.
Na prática, alguns cuidados simples deixam a rotina mais segura:
- Movimente a lixa sempre no mesmo sentido, sem serrar a ponta.
- Arredonde suavemente os cantos para evitar que prendam em tecidos.
- Reduza a pressão quando houver descamação ou pequenas fissuras.
Como hidratar pode complementar o cuidado com a lixa?
Lixar melhor não substitui hidratação, especialmente quando as mãos ressecam com lavagens, produtos de limpeza ou clima seco. Uma unha menos seca tende a lidar melhor com flexibilidade, enquanto a borda resiste mais ao atrito diário.
Depois da manicure, espalhar creme nas mãos e ao redor das unhas ajuda a manter a região confortável. A hidratação não corrige corte agressivo, mas reforça o cuidado diário e reduz ressecamento visível nas pontas frágeis.
Para unir hidratação e lixa com suavidade, alguns hábitos ajudam:
- Aplique creme nas mãos e nas cutículas após terminar a manicure.
- Evite insistir na mesma área quando a ponta já estiver uniforme.
- Mantenha as unhas em formato que não prenda com facilidade.
Quando pequenas quebras indicam excesso na manicure?
Quebras repetidas logo após lixar podem sinalizar que a unha recebeu pressão demais ou movimento inadequado. Em vez de compensar lixando mais, é melhor reduzir o atrito e respeitar a fragilidade da borda em cada dedo.
Para mulheres que notam unhas mais finas com o tempo, a manicure precisa ser menos apressada e mais precisa. Lixar em uma só direção, hidratar e observar a unha ajuda a preservar pontas firmes por mais tempo.