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Abrigo vive semana fora do comum após 24 filhotes nascerem em poucos dias e mobiliza equipe para cuidar dos recém-nascidos
Duas cadelas resgatadas deram à luz com poucos dias de diferença, mobilizando a equipe da RSPCA em uma rotina intensa de cuidados.
Quando duas cadelas resgatadas chegaram grávidas à RSPCA Chesterfield & North Derbyshire Branch, a rotina do abrigo mudou de escala. Susie e Kila transformaram uma semana comum em uma operação de cuidado intenso, marcada por 24 filhotes recém-nascidos.
Como Susie e Kila chegaram ao abrigo?
Susie foi retirada de uma situação de acúmulo de animais, e a equipe já sabia que o parto estava próximo. Havia preparo para uma ninhada, mas a chegada de Kila revelou uma segunda gestação inesperada no abrigo.
A descoberta surpreendeu os cuidadores porque as duas cadelas tinham datas muito próximas para dar à luz. Em vez de poucos bebês, o abrigo precisou se preparar para um volume raro, exigindo atenção constante, espaço e recursos.

Por que a semana se tornou tão intensa?
Susie deu à luz 10 filhotes primeiro. Apenas seis dias depois, Kila teve 14, a maior ninhada já vista pelo abrigo. Em poucos dias, 24 recém-nascidos passaram a depender de mamães dedicadas e de uma equipe exausta.
Nem todos os filhotes sobreviveram, por razões que fugiram ao controle do abrigo. Ainda assim, 19 permaneceram sob cuidados, enquanto Susie e Kila mostraram força, paciência e instinto materno para alimentar, aquecer e proteger suas ninhadas.
Abaixo, um vídeo do canal The Dodo no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:
Quais cuidados os filhotes passaram a exigir?
Com tantos recém-nascidos, a rotina passou a girar em torno de mamadas, limpeza, observação e apoio às mães. Cada filhote precisava crescer forte, e cada detalhe importava para que as duas famílias atravessassem essa fase vulnerável.
A equipe também lidou com impacto emocional e financeiro. Chloe Gee relatou orgulho pelos 19 filhotes brincalhões, mas reconheceu que o cuidado diário pesou sobre todos e sobre os fundos necessários para manter o trabalho ativo.
Entre as principais demandas enfrentadas pelo abrigo, ganharam destaque:
- Acompanhar as mamães e os filhotes recém-nascidos diariamente.
- Manter limpeza, aquecimento e alimentação em ritmo constante.
- Organizar recursos para sustentar o cuidado das duas ninhadas.
O que esse caso revela sobre o trabalho dos abrigos?
A história mostra como uma chegada inesperada pode alterar toda a operação de um abrigo. Não se trata apenas de receber animais, mas de garantir estrutura, tempo, alimento e presença humana em cada etapa delicada inicial.
Para quem acompanha resgates, o caso reforça a importância de apoiar instituições locais. Doações, lares temporários e adoções responsáveis ajudam abrigos a responder quando o número de vidas sob proteção cresce sem aviso prévio ou controle.
O episódio também lembra atitudes que fazem diferença nesses momentos:
- Valorizar equipes que atuam nos bastidores do resgate animal.
- Considerar adoção responsável quando os filhotes estiverem prontos.
- Apoiar campanhas de doação para abrigos sobrecarregados.
Qual é o próximo passo para as ninhadas?
Susie e Kila devem ver seus filhotes seguirem para adoção quando estiverem prontos, em meados ou no fim de setembro. Até lá, o abrigo mantém atenção diária para que cada sobrevivente cresça seguro, saudável e confiante.
Mesmo após perdas difíceis, a cena final é de resistência, cuidado e esperança. De uma semana fora do comum nasceu um esforço coletivo, guiado por duas mães caninas e por pessoas determinadas a proteger cada pequena vida.