Gusttavo Lima é condenado após repreender mulher e expulsá-la de show; veja valores - Super Rádio Tupi
Conecte-se conosco
x

Entretenimento

Gusttavo Lima é condenado após repreender mulher e expulsá-la de show; veja valores

Artista e empresa terão que pagar R$ 5 mil por danos morais após o sertanejo acusar uma espectadora de atirar uma garrafa de água no palco

Publicado

em

Compartilhe
google-news-logo
Além do cantor, identificado no processo pelo nome civil Nivaldo Batista Lima, a empresa Balada Eventos e Produções LTDA também responde pela indenização. Como a condenação é solidária, os dois são responsáveis pelo pagamento da dívida.

O cantor Gusttavo Lima e a empresa Marina de Iracema Park S.A. foram condenados pela Justiça do Piauí a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais a uma mulher. A punição foi motivada pela exposição pública da espectadora durante uma festa de Réveillon na virada de 2022 para 2023.

A decisão judicial atende a um processo aberto por Virginia Carla Bandeira Torres Nogueira. O episódio ocorreu durante a apresentação do artista no Marina Park Hotel, em Fortaleza.

Como começou a confusão no show?

A discussão teve início quando Gusttavo Lima acusou Virginia de ter atirado uma garrafa de água na direção do palco. O artista interrompeu o espetáculo para confrontar a mulher publicamente.

Usando o sistema de som, o cantor afirmou que ela era “sem educação” e que “educação vem de berço”. Após a repreensão, ele ordenou aos seguranças que retirassem a espectadora do evento.

Segundo o g1, o montante tem como base uma condenação de R$ 70 mil estabelecida em 2022 e recebeu acréscimos de juros, correção monetária e honorários advocatícios ao longo do processo. A determinação partiu da 26ª Vara Cível da Capital e foi assinada em 15 de julho de 2026, mesmo com a existência de um novo recurso apresentado pela defesa.

Por que a Justiça condenou o cantor?

O juiz Carlos Marcello Sales Campos entendeu que o cantor cometeu abuso de direito ao usar o microfone e o palco para repreender a equipe de segurança. A decisão considerou ainda que a exposição, ampliada pela fama do artista, gerou ataques e ofensas contra Virginia nas redes sociais.

A empresa Marina de Iracema Park S.A. também foi condenada a pagar a indenização de forma solidária.

A decisão ainda pode mudar?

A defesa de Virginia pretende recorrer ao Tribunal de Justiça e considera baixo o valor de R$ 5 mil fixado por danos morais.

O juiz negou o pedido de danos materiais, que incluía gastos com ingressos, deslocamento, hotel e alimentação, além de R$ 50 mil por supostos prejuízos profissionais. Segundo a sentença, os valores não foram comprovados adequadamente.