Entretenimento
Renata Vasconcellos tem crise de tosse ao vivo no Jornal Nacional; assista
Apresentadora precisou interromper a transmissão por instantes, pediu desculpas ao público e retornou com voz firme para conduzir a bancada
A jornalista Renata Vasconcellos, de 54 anos, precisou interromper a apresentação do “Jornal Nacional” na edição desta sexta-feira (9). O imprevisto ocorreu no momento em que a apresentadora noticiava as consequências de um incêndio na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Depois de tossir, a âncora interrompeu a leitura para se desculpar com os telespectadores. “Peço desculpas. Vou repetir”, disse a comunicadora antes de reiniciar a notícia sobre as chamas que provocaram perdas irreparáveis para estudos científicos voltados ao câncer e à chicungunha.
Renata Vasconcellos se engasga ao vivo no Jornal Nacional. https://t.co/TFIA9C27uY
— POPTime (@poptime) October 10, 2026
Logo após esse relato, o programa entrou em intervalo comercial. Na volta ao ar, César Tralli surgiu sozinho diante das câmeras para chamar a reportagem seguinte, sem a presença da colega de bancada. O Jornal Nacional, ícone do telejornalismo no Brasil, está vivenciando mudanças em sua equipe de apresentação.
O afastamento durou pouco tempo. Ainda no encerramento do primeiro bloco, Renata reassumiu seu lugar no cenário, já com a voz normalizada e conduzindo o restante do noticiário sem dificuldades.
Prejuízos calculados na UFPE
A reitoria da universidade pernambucana calcula que o prejuízo financeiro possa superar R$ 100 milhões. A soma leva em consideração equipamentos de laboratório e décadas de trabalhos acadêmicos perdidos. O episódio não teve registro de feridos.
A Polícia Federal deu início a um inquérito para esclarecer as causas do incidente. Mensagens com ameaças atribuídas a grupos extremistas se espalharam pelas redes sociais, mas até o momento não existem provas conclusivas que associem essas postagens ao surgimento do fogo.
Repercussão em outras instituições
O episódio gerou preocupação em outros centros de ensino pelo país. Diante do cenário, a Universidade Federal Fluminense (UFF) reforçou seus esquemas de segurança interna e também recorreu à Polícia Federal.
A direção da UFF tomou a medida após receber denúncias sobre mensagens que ameaçavam a comunidade acadêmica. Segundo a instituição fluminense, os textos mencionavam possíveis ataques ao patrimônio e faziam referência expressa a incêndios.