Homem de 33 anos vive rotina normal após bater o rosto em bolo, mas corte na pálpebra escondia canudo de 3 centímetros que só foi retirado após um ano - Super Rádio Tupi
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Homem de 33 anos vive rotina normal após bater o rosto em bolo, mas corte na pálpebra escondia canudo de 3 centímetros que só foi retirado após um ano

Objeto plástico de três centímetros foi retirado com sucesso por cirurgia; caso médico surpreendeu especialistas e terminou sem nenhuma sequela

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Close-up de pálpebra inflamada e avermelhada com ponta de canudo azul parcialmente visível
Pedaço de canudo emerge da pálpebra inflamada de homem que descobriu objeto após um ano e meio. Foto: International Journal of Surgery Case Reports/Reprodução

Um homem de 33 anos descobriu um canudo de três centímetros alojado na cavidade do olho direito. A descoberta ocorreu cerca de um ano e meio depois de o paciente bater o rosto contra um bolo durante uma festa de aniversário.

Na época da comemoração de aniversário, o homem recebeu atendimento para tratar apenas um corte na região ocular com pontos. Como não houve registro de alterações na visão, o paciente esqueceu o ocorrido até o objeto começar a sair.

O episódio veio à tona quando uma ponta de plástico azul começou a despontar na região da pálpebra. Ao notar o fragmento na área ocular, o próprio paciente tentou retirá-lo sozinho.

Tentativa de remoção e socorro hospitalar

A tentativa individual de retirada provocou uma inflamação na área da pálpebra. Por causa desse quadro inflamatório gerado pela manipulação do fragmento plástico, o homem buscou socorro em uma unidade hospitalar.

Durante o atendimento no hospital, uma tomografia confirmou a localização do item no interior da cavidade do olho. O exame indicou a presença exata do material para a equipe responsável pelo caso.

Intervenção cirúrgica e recuperação

O canudo precisou ser extraído por meio de cirurgia para preservar a visão do homem de 33 anos. O objeto plástico de três centímetros acabou retirado com sucesso através da intervenção cirúrgica.

A etapa pós-operatória apresentou os seguintes registros clínicos:

  • processo de recuperação que durou 12 semanas;

  • conclusão do atendimento médico sem qualquer tipo de sequela.

Publicação do caso e análise médica

O caso surpreendeu especialistas e terminou divulgado em 2025 no periódico científico “International Journal of Surgery Case Reports”. A publicação médica manteve a identidade do paciente sob sigilo.

A equipe médica explicou que o corpo estranho passou despercebido por meses devido às características do material: o plástico desencadeia respostas inflamatórias bem mais brandas no organismo do que matérias orgânicas, a exemplo da madeira.