No dia da eleição, gato desgrenhado invade cabine de votação e implora por ajuda - Super Rádio Tupi Gato ferido entra em local de votação e escolhe voluntária
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No dia da eleição, gato desgrenhado invade cabine de votação e implora por ajuda

Em uma escola na Colômbia, Pocillo se aproximou de Paula Cuesta em busca de ajuda, recebeu atendimento veterinário e ganhou um lar cheio de cuidado.

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No dia da eleição, gato desgrenhado invade cabine de votação e implora por ajuda
Após receber tratamento e um lar seguro, Pocillo se recupera das feridas e ganha uma nova vida ao lado de Paula

Em um dia de votação na Colômbia, um gato jovem e ferido transformou a rotina silenciosa de uma escola em uma história de confiança e recomeço, ao escolher Paula Cuesta para pedir ajuda quando ninguém mais conseguia se aproximar.

Como Pocillo encontrou Paula Cuesta no local de votação?

Paula chegou ao colégio local às 6h45, quando os corredores ainda estavam vazios naquela manhã de eleição. Enquanto seguia para a sala designada, notou ao longe um pequeno gato tigrado observando seus passos com atenção e receio.

Ao se aproximar, ela percebeu feridas graves na cabeça, atrás da orelha, além de um olho machucado. A cena foi dolorosa, mas o olhar do gato manteve Paula parada naquele instante, tentando oferecer calma e segurança.

No dia da eleição, gato desgrenhado invade cabine de votação e implora por ajuda
Gato ferido escolhe se aproximar de Paula Cuesta durante a votação e dá início a uma história de resgate e confiança – créditos: Paula Cuesta

Por que o gato escolheu acompanhar a voluntária?

Paula se abaixou para parecer menos ameaçadora, e esse gesto simples mudou tudo. O gato começou a se aproximar aos poucos, vencendo o medo inicial e permitindo que a presença dela virasse um ponto de apoio e confiança.

Quando precisou voltar para ajudar os eleitores, Paula percebeu que o gato não queria ficar para trás. Ele caminhou à frente dela até a sala, permaneceu por perto e parecia buscar somente sua companhia e carinho.

Abaixo, um vídeo do canal The Dodo no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:

O que dificultou o resgate do gato na escola?

Com a chegada de mais voluntários e eleitores, o movimento assustou o gato. Ele correu para o terreno da escola antes que Paula conseguisse alcançá-lo, deixando a voluntária preocupada e sem sinal de sua localização e segurança.

Paula saiu três vezes para procurar o animal, mas voltou sem encontrá-lo. Mesmo frustrada, terminou seu turno, até que no momento de ir embora reconheceu o mesmo rosto ferido se aproximando novamente com urgência e ternura.

Alguns detalhes mostram por que a aproximação de Paula foi tão diferente:

  • O gato observava Paula, mas tinha medo de se aproximar no início.
  • Ele ignorava outras pessoas e buscava afeto apenas nas pernas dela.
  • Um policial disse que tentava pegá-lo havia horas, sem sucesso.

Como Paula decidiu que não poderia deixá-lo para trás?

Quando o gato reapareceu, Paula falou com ele de forma carinhosa, e ele respondeu esfregando-se novamente em suas pernas. Um policial ficou surpreso, porque tentava tocá-lo havia horas, sem conseguir a mesma abertura e mansidão dele.

O segurança da escola confirmou que o gato sobrevivia sozinho havia um ou dois meses e recusava qualquer ajuda. Diante de tanta fragilidade em um animal ainda jovem, Paula decidiu levá-lo embora com cuidado e responsabilidade.

Esses momentos resumem a virada do resgate:

  • O segurança confirmou que o gato vivia sozinho havia um ou dois meses.
  • Paula decidiu não sair da escola sem levá-lo em segurança.
  • Em casa, ela o deixou no banheiro para descansar e conter as pulgas.

O que mudou depois que Pocillo ganhou atendimento e lar?

Paula envolveu o gato em sua jaqueta e o levou para casa. Ela o chamou de Pocillo, acomodou-o no banheiro para descansar e evitou que a infestação de pulgas se espalhasse pela casa com paciência e zelo.

No dia seguinte, o atendimento veterinário trouxe alívio: apesar das pulgas e lesões na cabeça, Pocillo reagiu bem. Com tratamentos diários e afeto constante, a ferida cicatrizou, os pelos voltaram a crescer, e Paula ganhou um companheiro de força e esperança.