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Bolsonaro afirma que manutenção do auxílio emergencial ‘vai arrebentar com a economia do Brasil’

Atualmente, o benefício de R$ 600 é destinado a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados, que tiveram a renda afetada pela pandemia da Covid-19

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Atualmente, o benefício de R$ 600 é destinado a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados, que tiveram a renda afetada pela pandemia da Covid-19 (Foto: Alan Santos/Presidência da República)

Atualmente, o benefício de R$ 600 é destinado a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados, que tiveram a renda afetada pela pandemia da Covid-19
(Foto: Alan Santos/Presidência da República)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), voltou a criticar a postura de governadores e prefeitos no enfrentamento ao novo coronavírus. De acordo com o chefe do Executivo, os mesmo políticos que “quebraram” a economia de seus respectivos estados e municípios, com as políticas de isolamento social, agora pedem que o auxílio emergencial de R$ 600, criado pelo governo federal, se torne algo permanente. No entanto, segundo o presidente, a concessão do benefício por tempo indeterminado iria “arrebentar a economia” do Brasil.

“Agora, os informais foram simplesmente dizimados. Alguns estão defendendo o auxílio emergencial indefinido. Esses mesmos que quebraram o Estado deles, mesmo governadores que quebraram seus Estados, estão defendendo agora o emergencial de forma permanente. Só que por mês são R$ 50 bilhões, vai arrebentar com a economia do Brasil”, afirmou Bolsonaro neste domingo, durante passeio feito pela cidade de Brasília.

Atualmente, o auxílio emergencial é concedido a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados, que tiveram a renda afetada pela pandemia da Covid-19. Uma alternativa estudada pelo governo federal, para manter a economia aquecida mesmo com as condições adversas, é criação do programa “Renda Brasil”, que corresponde a uma reformulação da “Bolsa Família”, com o aumento do valor repassado para a população de baixa renda, dos atuais quase R$ 200 para algo na faixa de R$ 250 e R$ 300.

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