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Brasil

‘Deixa a pessoa morrer de fome?’ Pergunta Guedes sobre críticas a benefícios sociais

De acordo com Paulo Guedes, o Brasil está mais bem posicionado para enfrentar o cenário adverso da economia no exterior

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(Foto: Reprodução / Agência Brasil)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, nesta segunda-feira, as medidas que criaram e apliaram os benefícios sociais, como o aumento do auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600. Passa um bom tempo dizendo fome, fome.

“As pessoas estão cozinhando em fogão a lenha e aí, quando você faz a transferência de renda, que é a medida correta para quem tá comendo a lenha voltar a usar o botijão de gás, para quem tá comendo a lenha voltar a poder comprar bens no supermercado, é eleitoreiro, eleitoreiro. Então deixa a pessoa morrer de fome? Eleição não tem nada a ver com as transferências de renda que nós temos e nós já tínhamos feito com a ocasião da pandemia e fizemos agora com a ocasião da guerra”, disse o ministro durante a posse do novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para o ministro da Economia, o Brasil está dessincronizado do resto do mundo e uma sucessão de erros vem sendo cometida sobre o prognóstico para o crescimento econômico brasileiro. De acordo com Paulo Guedes, o Brasil está mais bem posicionado para enfrentar o cenário adverso da economia no exterior que, segundo ele, estaria passando por um cenário de estagnação.

O ministro destacou o fato de o Banco Central ter se antecipado no processo de aperto monetário em relação ao que tem sido feito nas economias desenvolvidas, que só passaram a aumentar os juros neste ano.

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