Brasil

Empoderadas e empreendedoras: a ascensão das mulheres no mundo dos negócios

Nesta quinta-feira, dia 19 de outubro, comemorado o Dia Global do Empreendedorismo Feminino. Data serve para celebrar a mulher empreendedora e o seu impacto gerado na economia

Por Victor Yemba

Empoderadas e empreendedoras
Empoderadas e empreendedoras: a ascensão das mulheres no mundo dos negócios (Foto: Divulgação)

No  próximo dia 19 é comemorado o Dia Global do Empreendedorismo Feminino. A data foi criada em 2014, pela Organização das Nações Unidas (ONU) , para celebrar a mulher empreendedora e o seu  impacto gerado na economia. Não é novidade que a pandemia, ao mesmo tempo que prejudicou muitas pessoas, auxiliou  outras a começar um novo negócio. Segundo a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, 52,1% dos brasileiros conhecem alguém que tenha se tornado empreendedor na pandemia, com um crescimento mais elevado entre as mulheres, os mais jovens ( 18 a 24 anos) e os mais velhos ( 55 a 64 anos).

As mulheres têm mostrado cada vez mais a força de lutar contra preconceitos estabelecidos pela sociedade e se apresentar como uma grande líder com extrema capacidade de liderar negócios. “Ser mulher e estar no mercado de trabalho, em uma posição de liderança ou em uma posição de negociação não é nada fácil. Não é fácil mesmo. Mas  as mulheres estão ocupando seu lugar cada vez mais, hoje a gente tem  mulheres como  CEOS e bancos, esse é um  ótimo exemplo. Quando decidi largar meu emprego para montar meu negócio foi muito questionada, me apontaram muito o dedo mas valeu muito a pena. Construí minha marca e meu sonho junto.”, compartilhou a Andressa Gomes, consultora de moda e dona de uma marca de moda praia com vendas on-line.

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Andressa Gomes, consultora de moda e dona de uma marca de moda praia com vendas on-line (Foto: Divulgação)

Apesar das dificuldades encontradas no processo de se tornarem empreendedoras  as mulheres não abaixaram a cabeça e continuaram em busca daquilo que queriam. “Empreender é  maravilhoso, me dá uma liberdade que eu não teria em nenhum outro negócio. Me deixa à vontade pra testar novas coisas, para fazer o que eu amo, para escolher o meu horário, por mais que muita das vezes eu trabalhe mais do que um regime CLT.Mas é por vontade própria  porque eu amo aquilo que eu faço.”, contou Natasha Sheeny, micropigmentadora  dona de uma clínica de estética em Niterói.

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Natasha Sheeny, micropigmentadora  dona de uma clínica de estética em Niterói

Sem contar que muitas mulheres empreendedoras têm a famosa jornada dupla, sendo chefes em casa com seus possíveis filhos e líder do seu negócio também. “Estudei e ainda estudo muito sobre ser líder. Porque além de treinar, também precisamos motivar, influenciar, tolerar, entender os limites e trabalhar em cima de cada um de maneira diferente e sempre mostrando os pontos fortes de cada um”,  disse Fabi Ferreira, dona de um salão especializado em unhas, que fica no Parque Olímpico.

 

O empreendedorismo femino só tende a crescer, com mais mulheres focadas naquilo que desejam e empenhadas para fazer acontecer, o mercado dos negócios poderá se tornar predominante femino deixando cada vez mais os preconceitos para trás. “A mulher ainda encontra algumas barreiras em um universo masculino, mas isso está mudando. Com competência, criatividade e muita persistência não há limites.Amo o que faço e a cada novo desafio me torno melhor e mais forte”, falou Latife Elys dona de uma loja de Jóias, localizada em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, RJ



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