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Ginecologista acusado de abusos sexuais por 20 mulheres é preso em Minas Gerais

Após suspeitas, médico passou a ser chamado como "João de Deus" no hospital em que trabalhava

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(foto: TV Record/Reprodução)

(foto: TV Record/Reprodução)

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nessa segunda-feira (16), o médico ginecologista Edilei Rosa de Novaes, de 74 anos. Ele já foi denunciado por 20 mulheres por abusos sexuais. O inquérito de uma das denúncias foi concluído. Edilei foi indiciado por importunação sexual e aguarda decisão judicial. O ginecologista atuava na maternidade Santa Fé, no Bairro Santa Tereza, Região Leste de Belo Horizonte.

Um mandado de busca e apreensão também foi cumprido na casa e no consultório do médico. As denúncias contra Edilei vieram à tona na última semana de novembro, quando ele estava de plantão no pronto-atendimento. Por volta das 16h, ele atendeu uma jovem que havia colocado DIU intrauterino há poucos dias e estava sentindo muita dor. Durante os exames, ele teria assediado e tentado beijar a paciente. O namorado dela a aguardava na sala de espera.

Após ouvir o relato da moça, tentou tirar satisfações com o médico e depois acionou a polícia. Segundo a jovem, enfermeiras teriam relatado à polícia que outros casos já teriam acontecido, inclusive com funcionárias. Algumas delas diziam que o apelido do médico dentro do hospital era “João de Deus”, em referência ao médium preso pelo mesmo tipo de crime durante atendimentos espirituais em Abadiânia, interior de Goiás.

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