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[OUÇA] ‘Foi o dia de fogo no parquinho’, diz jornalista sobre saída de Ricardo Salles do governo Bolsonaro

Político deixou a pasta em meio à denúncias de corrupção

Por Diogo Sampaio e Luiz Walcyr

CPI da Covid-19
CPI da Covid-19 (Foto: Agência Senado)

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pediu demissão do cargo, na tarde desta quarta-feira (23), ao presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido). O ato de exoneração foi publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União. Joaquim Álvaro Pereira Leite foi o nome escolhido para assumir a pasta.

A repórter de política do Jornal Correio Braziliense, Denise Rothenburg, falou sobre os bastidores da saída de Ricardo Salles, durante entrevista ao programa “Cidinha Livre”, da Super Rádio Tupi, nesta quinta-feira (24). Para a jornalista, o dia da exoneração do agora ex-ministro do Meio Ambiente foi de muita movimentação, em Brasília.

“Foi o dia de fogo no parquinho. O presidente está tentando ver se consegue sair (escapar da denúncias) do deputado Luiz Miranda. O que é preciso agora é ouvi-los”, afirmou Denise ao se referir sobre um esquema de corrupção na compra, pelo governo federal, da vacina indiana Covaxin.

O presidente da CPI, o senador Omar Aziz, está liberando segurança para um dos depoentes, o Luiz Ricardo Miranda, que é o servidor do Ministério da Saúde. Ele vem sofrendo ameaças. A jornalista também repercutiu esse caso.

“Nas redes sociais, eles já estão sendo ameaçados, especialmente em grupos de Whatsapp. Essa CPI já está tomando cuidado. Isso faz parte do script. Além disso, é preciso ver agora, se eles vão chegar lá e confirmar as denúncias”.

Ouça a entrevista completa:



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