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Professora é morta a facadas por aluno e faculdade suspende atividades

Instituição decretou luto de três dias após crime ocorrido em Porto Velho

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Centro universitário decreta luto após assassinato de professora em sala - foto: Reprodução

O Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) suspendeu as aulas por três dias após a professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, ser morta a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula. O crime ocorreu na noite da última sexta-feira (6), em Porto Velho, capital de Rondônia.

Preso em flagrante, o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, confessou o ataque. Segundo a polícia, ele utilizou uma faca que havia sido entregue pela própria professora dias antes. Após o crime, o agressor foi imobilizado por outros alunos até a chegada das autoridades.

A morte de Juliana causou grande comoção entre estudantes, professores e funcionários da instituição. Mensagens de pesar foram publicadas nas redes sociais, destacando a dedicação da docente ao ensino e à comunidade acadêmica.

O que a faculdade informou após o crime?

Em nota, o Grupo Aparício Carvalho comunicou luto institucional de três dias, entre 7 e 9 de fevereiro, com a suspensão das atividades acadêmicas: “Que o exemplo, a dedicação e a memória da Dra. Juliana Santiago permaneçam vivos entre nós”, informou a instituição.

Em outros comunicados, a faculdade declarou profundo pesar pela morte da professora, classificada como “perda irreparável”, e afirmou que a violência não apagará o legado de Juliana, descrita como referência de excelência acadêmica.

A instituição também declarou repúdio ao crime e informou que está prestando assistência necessária e colaborando integralmente com as investigações conduzidas pelas autoridades.

O que se sabe sobre o crime?

De acordo com a Polícia Civil, Juliana estava sozinha com o aluno após o fim das aulas quando foi atacada. O estudante afirmou que manteve um relacionamento amoroso com a professora por cerca de três meses e que se sentiu emocionalmente abalado ao perceber um distanciamento.

Segundo o depoimento, a situação teria se agravado após ele descobrir que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido. A professora foi atingida por golpes no tórax, com perfurações na região dos seios, além de um corte profundo no braço direito.