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Regras para ciclomotores entram em vigor em 2026 e preveem multas de até R$ 900

Novas normas endurecem fiscalização e ampliam punições para condutores de ciclomotores a partir de 2026.

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A psicologia explica por que andar de bicicleta ou tocar um instrumento parece “voltar sozinho” Na psicologia, entender por que habilidades como andar de bicicleta ou tocar um instrumento parecem “voltar sozinhas” envolve analisar memória implícita, aprendizagem e comportamento automático. Essas capacidades são armazenadas em sistemas de memória de longo prazo que não dependem da lembrança consciente. Isso significa que, mesmo após longos períodos sem prática, o cérebro consegue recuperar padrões motores e executar ações com pouca dificuldade. Como a memória implícita armazena habilidades? Na psicologia, a memória implícita é responsável por armazenar habilidades motoras e hábitos adquiridos. Diferente da memória consciente, ela funciona de forma automática e não exige esforço para ser acessada. Quando aprendemos a andar de bicicleta ou tocar um instrumento, o cérebro cria conexões duradouras. Essas informações ficam registradas e podem ser reativadas mesmo após muito tempo. Por que essas habilidades parecem voltar sozinhas? O cérebro consolida aprendizagens repetidas, tornando-as resistentes ao esquecimento. Na psicologia, isso ocorre porque habilidades práticas são reforçadas por repetição e experiência. Alguns fatores que explicam esse fenômeno incluem: Armazenamento em sistemas de memória de longo prazo Fortalecimento de conexões neurais ao longo da prática Automatização de movimentos e padrões motores Baixa dependência da memória consciente Qual a diferença entre memória implícita e explícita? Na psicologia, a memória explícita envolve lembranças conscientes, como fatos e eventos. Já a memória implícita está ligada a habilidades e comportamentos automáticos. Enquanto a memória explícita pode falhar com o tempo, a implícita tende a ser mais estável. Por isso, é comum esquecer detalhes teóricos, mas manter habilidades práticas. Como o cérebro automatiza esses comportamentos? A repetição transforma ações em padrões automáticos. Na psicologia, esse processo reduz o esforço cognitivo necessário para executar tarefas. Os principais efeitos dessa automatização incluem: Execução rápida e eficiente de movimentos Menor necessidade de atenção consciente Facilidade em retomar habilidades antigas Maior precisão em ações motoras É possível reaprender ainda mais rápido? A psicologia mostra que habilidades armazenadas na memória implícita podem ser retomadas com facilidade. Mesmo após longos períodos, o cérebro reativa conexões já existentes. Com prática, essas conexões são fortalecidas novamente, permitindo evolução rápida. Esse processo explica por que reaprender costuma ser mais fácil do que aprender pela primeira vez. Ao compreender como memória implícita, aprendizagem e comportamento automático se conectam, a psicologia revela que certas habilidades nunca são totalmente perdidas. Elas permanecem registradas no cérebro, prontas para serem acessadas, mostrando a eficiência do sistema cognitivo humano e sua capacidade de adaptação ao longo do tempo.
Em junho de 2023, o uso de bicicletas elétricas, assim como de outros veículos individuais autopropelidos (os que se deslocam com um sistema de propulsão próprio, como um motor), foi regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A partir do ano que vem, ciclomotores e veículos similares passarão a seguir novas exigências. Será obrigatório possuir CNH categoria A, específica para motos, ou a ACC, autorização para conduzir ciclomotores. Além disso, os condutores deverão utilizar capacete e manter o veículo emplacado.

De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), quem descumprir as normas poderá enfrentar punições mais duras. Circular em calçadas, ciclovias ou locais proibidos pode gerar multa que chega a quase R$ 900, quando houver risco gravíssimo. Também haverá penalidades para quem conduzir sem capacete ou transportar passageiros sem proteção — infrações que podem resultar em multa e até suspensão da CNH.

Na orla de Copacabana, ponto de grande circulação desses veículos, a reportagem verificou irregularidades frequentes, como usuários sem capacete e trafegando acima da velocidade permitida.

Entre os moradores, a sensação é de falta de controle. O aposentado Armando, que acompanha diariamente o movimento na região, afirma que a fiscalização praticamente não existe.
“Pode fazer o que quiser que não tem fiscalização nenhuma. O importante para mim é o seguinte: precisa fiscalização. Tem abuso demais”, disse.

Já quem trabalha diretamente com o uso desses veículos também percebe riscos no dia a dia. Gabriel, responsável por um serviço de aluguel de bicicletas elétricas, explica que os modelos regulamentados chegam a 32 km/h, mas muitos usuários alteram os equipamentos para atingir 50 ou até 60 km/h.
“Acontece muito acidente porque muita gente anda com as motos desbloqueadas, muito rápido. Por isso ocorre mais acidente”, contou.

Apesar disso, Gabriel acredita que as novas regras não devem afetar quem opera dentro dos limites técnicos.
“Não afeta muito porque as nossas são até 32 km/h. Algumas ficam até 20 km/h, dependendo da configuração. Isso muda mais para quem anda com essas motos desbloqueadas. Tem que criar as leis mesmo, ou pelo menos uma faixa certa só para essas bikes, porque está acontecendo muito acidente aqui.”

As novas regras do Contran entram em vigor em janeiro de 2026.