Turista é morto a tiros em restaurante de Porto de Galinhas - Super Rádio Tupi
Conecte-se conosco
x

Brasil

Turista é morto a tiros em restaurante de Porto de Galinhas

Crime ocorreu supostamente após desentendimento com outro casal; polícia investiga autoria e motivação

Publicado

em

Compartilhe
google-news-logo
Foto: Reprodução/Redes sociais @ipojucanews_

Um turista de 32 anos morreu após ser baleado dentro de um restaurante localizado na orla de Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. O crime ocorreu na noite de domingo (4) e está sendo investigado pela Polícia Civil.

A vítima foi identificada como Rafael Ventura Martins, natural do estado de São Paulo. Ele passava férias na região quando foi atingido por disparos de arma de fogo enquanto estava no estabelecimento, frequentado por outros turistas no momento do ataque.

Segundo informações apuradas no local, Rafael foi atingido por dois tiros, um deles no rosto. Ele caiu no chão e chegou a ser amparado por amigos que estavam com ele, mas não resistiu aos ferimentos.

O que a polícia já sabe sobre o crime?

A Polícia Civil de Pernambuco informou que instaurou diligências para investigar a motivação do homicídio e identificar o autor dos disparos. O caso está sob responsabilidade da 15ª Delegacia de Polícia de Homicídios (15ª DPH).

Em nota, a Polícia Militar afirmou que foi acionada na noite de domingo e esteve no local após o crime, mas não conseguiu localizar o suspeito. Até o momento, ninguém foi preso.

O homicídio aconteceu no restaurante Caldinho do Nenen, localizado na orla de Porto de Galinhas. Procurado, o estabelecimento não se manifestou até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para posicionamento.

Outro episódio de violência envolvendo turistas

O caso ocorre semanas após outro episódio de repercussão nacional envolvendo turistas na região. No dia 27 de dezembro, um casal de visitantes de Mato Grosso foi agredido por comerciantes após se recusar a pagar taxas consideradas abusivas no aluguel de cadeiras de praia.

O episódio reacendeu debates sobre segurança pública e ordenamento da atividade turística no litoral pernambucano.