Copa do Mundo
Copa começa com protagonistas em alta e Neymar sob pressão
Lesão afasta craque da estreia e gera dúvidas sobre impacto na campanha do Brasil
O início da Copa do Mundo de 2026 reforçou o peso das grandes estrelas do futebol mundial. Nomes consagrados como Lionel Messi, Kylian Mbappé, Harry Kane e Erling Haaland precisaram de apenas uma partida para confirmar o status de protagonistas, balançando as redes e liderando suas seleções logo na estreia.
Na contramão desse cenário, o Brasil convive com uma preocupação: Neymar. O camisa 10 segue fora de combate, em recuperação de uma lesão na panturrilha, e não acompanhou a delegação para o confronto contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C, disputado na Filadélfia.
A ausência reacendeu debates sobre a real condição do principal nome da Seleção Brasileira. Em publicação recente, o portal norte-americano The Athletic levantou dúvidas sobre a utilidade de Neymar no atual momento, destacando que é improvável que o jogador esteja apto para a fase eliminatória, caso o problema físico persista.
O questionamento também atinge a decisão do técnico Carlo Ancelotti de convocar o atacante mesmo sem plenas condições físicas. Enquanto outras estrelas do torneio já deixaram sua marca — com Messi anotando três gols na estreia da Argentina e Kane, Mbappé e Haaland também começando com força — Neymar aparece como uma figura cercada por incertezas.
Apesar de reconhecer o talento do brasileiro, a análise internacional aponta que, sem ritmo de jogo, sua participação pode ser limitada até mesmo em um eventual avanço do Brasil no torneio.
A comparação com Ronaldo, em 2002, inevitavelmente surge. Na ocasião, o atacante superou um histórico recente de lesões e foi decisivo para o pentacampeonato. No entanto, o cenário atual é tratado com mais cautela, e a possibilidade de uma trajetória semelhante é vista como improvável.
Diante disso, cresce a expectativa sobre quando — e se — Neymar conseguirá entrar em campo. Mais do que isso, permanece a dúvida: ele ainda pode ser o diferencial capaz de conduzir o Brasil de volta ao topo do futebol mundial?
