Coronavírus

Marcelo Crivella quer ajuda da PM para coibir desrespeito a agentes da prefeitura

 

Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

Após  um agente da vigilância sanitária ser intimidado e ofendido por um casal na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, o prefeito Marcelo Crivella afirmou que considera considera pedir apoio à Polícia Militar para autuar por crime de desobediência quem desrespeitar ou ameaçar fiscais do município.

A ideia do chefe do executivo municipal é que a PM auxilie a prefeitura a conter aglomerações em bares e restaurantes. Na tarde desta segunda-feira (06), Crivella pediu à população que colabore e alertou para que não haja “um surto de imprudência” que faça aumentar os casos de covid-19.

No primeiro fim de semana de bares e restaurantes liberados as equipes da prefeitura tiveram trabalho para fiscalizar as aglomerações, em diferentes pontos do Rio de Janeiro. Na Zona Oeste, os fiscais chegaram a tempo de impedir a realização de um samba, em plena feira livre do bairro de Campo Grande, evento que ainda não está permitido.

Durante uma fiscalização da Vigilância Sanitária na Av. Olegário Maciel, uma das mais movimentadas da Barra da Tijuca, um agente da prefeitura chegou a ser ofendido por um casal. ‘Cidadão não, engenheiro civil, formado, melhor do que você’, afirmou a mulher que acompanhava um homem, que tentou filmar a ação dos agentes da Vigilância Sanitária.

A mulher flagrada agredindo verbalmente o fiscal foi demitida nesta segunda-feira (06). Em nota, a empresa Taesa, empresa privada do setor de energia, em que a mulher que agrediu o agente da prefeitura trabalhava afirmou que diante dos fatos expostos, e empresa decidiu pela imediata demissão da colaboradora.

A empresa firmou ainda que segue comprometida com a segurança e a saúde não apenas de seus empregados, mas também com o bem-estar de toda a sociedade. O  superintendente de Inovação, Pesquisa e Educação em Vigilância Sanitária, Flavio Graça alvo das agressões falou sobre o caso no programa Cidinha Livre da Super Rádio Tupi.

Segundo o servidor público,  o casal reagiu de uma forma irracional a uma fiscalização que tinha flagrado um estabelecimento que comercializava alimentos vencidos na Av. Olegário Maciel. A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, inspecionou 180 pontos comerciais e aplicou 132 multas nos três primeiros dias da Fase 3A do Plano de Retomada.

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