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Educação

Uerj apresenta resultados positivos com relação à política de permanência estudantil

Unidade é responsável por executar ações que evitem baixo rendimento acadêmico e evasão escolar entre os alunos cotistas e os da ampla concorrência que se encontram em condição de vulnerabilidade social

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Uerj
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)
Ricardo Loddi

unidade é responsável por executar ações que evitem o baixo rendimento acadêmico e a evasão escolar entre os alunos cotistas e os da ampla concorrência que se encontram em condição de vulnerabilidade social (Foto: George Magaraia/ Divulgação)

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) realizou na manhã desta segunda-feira (28), o evento “Política  Estudantil e Ações Afirmativas na UERJ”: Desafios e Avanços, para apresentar os resultados obtidos após dois anos de criação da Pró-reitoria de Políticas e Assistência Estudantis (PR4)”. A unidade é responsável por executar ações que evitem o baixo rendimento acadêmico e a evasão escolar entre os alunos cotistas e os da ampla concorrência que se encontram em condição de vulnerabilidade social.

Entre os avanços obtidos durante a pandemia, destaque para o aumento significativo do investimento em permanência estudantil, passando de R$ 36 milhões  para R$ 171 milhões.

“Uma das nossas maiores preocupações desde o início dessa gestão era a permanência estudantil. Por isso implementamos a PR4, para tratar dessas questões. Tudo isso é resultado da luta dos estudantes, lutas de anos, que só agora estão sendo concretizadas, mas que não podem parar. Os direitos devidos à população mais frágil e em vulnerabilidade social precisam ser defendidos todos os dias. Na Uerj tivemos uma inversão de prioridades nesse momento, por entendermos que não bastam as cotas, é preciso implementarmos bolsas para mantermos os alunos estudando”, declarou o reitor da Uerj, Ricardo Lodi.

De acordo com Lodi, essas conquistas só foram possíveis em função do descontingenciamento do índice da educação previsto na Constituição Federal.

Com isso foram garantidos os recursos necessários para a criação dos auxílios para moradia, alimentação, creche, material didático, transporte, o “Plano de Inclusão Digital”, que entregou cerca de  10 mil tablets e 12 mil chips  para que os alunos pudessem acompanhar o ensino remoto, além do programa de distribuição de absorventes íntimos e o auxílio-uniforme para estudantes do CAp-Uerj.

Para a pró-reitora de Políticas e Assistência Estudantis, Catia Antônia Silva, essas medidas são demandas antigas que estão sendo possíveis realizar retomando direitos e proporcionando a inclusão social. “A Uerj foi a primeira universidade do Brasil na implementação de cotas. É inclusiva também para a classe trabalhadora, sendo a primeira a implementar o curso noturno. Mas, com relação à política estudantil havia muitas fragilidades. Estamos ajudando a pensar e a efetivar essas políticas, porque para que uma universidade se torne popular é fundamental garantir a permanência dos alunos nos cursos e o ingresso deles em suas carreiras”, afirmou  Catia Silva.

Estiveram presentes ao evento, o reitor Ricardo Lodi, o pró-reitor de Graduação Lincoln Tavares, a pró-reitora de Extensão e Cultura, Cláudia Gonçalves, a pró-reitora de Assistência e Políticas Estudantis, Cátia Antônia, a diretora do Centro de  Tecnologia e Ciências (CTC), Nádia Pimenta, a Superintende da Unificação Uezo-Uerj, Luanda de Moraes, o deputado estadual Carlos Minc, o representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Flávio Vieira Mota Jr, entre outros.

“Nós somos a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, nossa perspectiva é caminharmos para fazer da Uerj a maior e melhor universidade do Brasil. Acreditamos nos estudantes, porque eles são a garantia de um futuro melhor para o nosso estado e para o nosso país”, concluiu Ricardo Lodi.

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