Além do BBB: relembre as 7 maiores 'plantas' da história dos realities - Super Rádio Tupi
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Além do BBB: relembre as 7 maiores ‘plantas’ da história dos realities

Solange Couto foi criticada pela falta de ação no jogo; aproveite o gancho para recordar os participantes mais parados de reality

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Mulher com coroa de folhas e corpo coberto de molho vermelho, limpando-se. Fundo azul.
Solange Couto. Foto: Reprodução/BBB 26

Solange Couto foi ciriticada por falta de ação no “Big Brother Brasil” e reacendeu o debate sobre os participantes “plantas”. O termo, popularizado pelo público, define aqueles jogadores que evitam conflitos, não se posicionam e, basicamente, parecem fazer fotossíntese dentro do confinamento. Essa estratégia de passar despercebido pode até funcionar para alguns, mas raramente agrada quem assiste.

Embora o BBB seja o palco mais famoso para esse perfil, outros realities também tiveram seus exemplares de jogadores que preferiram a discrição ao protagonismo. Relembrar esses nomes ajuda a entender por que a busca por movimentação no jogo é um pedido constante dos fãs do formato. Conheça alguns dos participantes que ficaram marcados pela passividade em suas respectivas competições.

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Relembre 7 ‘plantas’ que marcaram os realities

  • Monique Amin (“BBB12” e “A Fazenda 9”): Um caso raro de participante que adotou a mesma postura em dois realities diferentes. Tanto na casa do “Big Brother Brasil” quanto na sede de “A Fazenda”, Monique se destacou por uma estratégia de jogo mais observadora, evitando atritos diretos e alianças muito definidas.
  • Thaís Braz (“BBB21”): Sua participação ficou marcada pela insegurança e pela dificuldade em se posicionar. Com um jogo focado em suas relações afetivas e pouca articulação estratégica, Thaís se tornou um dos maiores símbolos do que o público considera uma “planta” na história recente do programa.
  • Rodrigo Phavanello (“A Fazenda 11”): O ator entrou no reality rural e adotou um perfil pacífico, distante das grandes discussões que movimentavam a edição. Seu enredo principal foi o romance com Sabrina Paiva, o que o manteve longe dos holofotes das principais brigas e estratégias da temporada.
  • Daniel Lenhardt (“BBB20”): Apesar de ter participado de uma das edições mais icônicas, Daniel não conseguiu imprimir uma marca forte como jogador. Sua trajetória foi mais lembrada pelas constantes punições e perda de estalecas do que por qualquer movimento estratégico relevante no jogo.
  • Gabi Martins (“BBB20”): Na mesma edição, a cantora também seguiu uma linha mais contida. Embora tenha vivido um romance e participado de provas importantes, seu posicionamento no jogo era frequentemente visto como neutro, o que a colocou na lista de participantes que não se arriscavam.
  • Ariadna Arantes (“No Limite 5”): A dinâmica de “No Limite” exige uma postura mais ativa, mas a participação de Ariadna foi curta e com pouco impacto. Sendo a primeira eliminada, não teve tempo para mostrar suas habilidades de sobrevivência ou estratégia, deixando uma impressão de passagem discreta.
  • Vyni (“BBB22”): Considerado uma das grandes decepções de sua edição, Vyni entrou com alta expectativa do público, mas sua participação se resumiu a seguir os passos de Eliezer, sem desenvolver um jogo próprio. Sua trajetória foi marcada pela passividade e por momentos que viraram piada nas redes sociais, consolidando sua imagem como “planta”.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.