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Âncora do ‘Primeiro Impacto’ é condenado por falso testemunho em caso de atropelamento de adolescente

Caso ocorreu em 12 de março de 2011. Jornalista nega as acusações

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Gilberto Ribeiro no comando do "Primeiro Impacto"
Caso ocorreu em 12 de março de 2011. Jornalista nega as acusações (Foto: Reprodução/Rede Massa)
Gilberto Ribeiro no comando do "Primeiro Impacto"

Caso ocorreu em 12 de março de 2011. Jornalista nega as acusações
(Foto: Reprodução/Rede Massa)

O apresentador Gilberto Ribeiro, âncora do telejornal “Primeiro Impacto” na Rede Massa, emissora afiliada do SBT em Curitiba, foi condenado a três anos e seis meses de prisão, com cumprimento inicial em regime aberto, pelo crime de falso testemunho no caso do atropelamento de um adolescente de 14 anos, que aconteceu em 12 de março de 2011. A decisão é do juiz Sergio Bernadetti, da Vara Criminal do Foro Regional de Piraquara.

Ribeiro, que também é deputado estadual no Paraná, declarou na época do acidente que um assessor é que dirigia o veículo que atropelou o adolescente, que teve ferimentos no rosto, cabeça e orelha. Segundo o apresentador, o motorista teria batido no jovem, que estava de roupa escura em um local pouco iluminado, ao fazer a conversão para desviar de um buraco. O âncora teria deixado o local do atropelamento após ser reconhecido por populares, mas antes, de acordo com o próprio, já teria acionado o socorro.

Na decisão, o juiz Sergio Bernadetti estabeleceu, no entanto, uma alternativa para que o jornalista da Rede Massa fique em liberdade. Ele poderá reverter a pena em prestação de serviços comunitários, de uma hora por dia, durante o mesmo período da condenação. Além disso, Ribeiro ainda teria de arcar com o pagamento de uma multa de vinte salários mínimos.

Todavia, segundo o advogado Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Gilberto Ribeiro, ainda cabe recurso. “Das treze testemunhas arroladas pela acusação, doze não testemunharam os fatos, mas apenas ouviram dizer que ele seria o condutor do veículo. Os argumentos relativos aos celulares dos acusados nitidamente foram utilizados pelo Ministério Público porque nenhuma das testemunhas de acusação presenciou o acidente do automóvel, não tendo prestado informações capazes de desconstituir a versão dada pelos réus, na fase de investigação, no sentido de que o condutor do veículo era o assessor e não o jornalista”, afirmou para o portal de notícias G1.

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