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Ao vivo, Justus volta a menosprezar surto de coronavírus: ‘Muito pouco para criar essa histeria coletiva’

Segundo apresentador, quarentena trará consequências econômicas muito mais severas do que qualquer efeito ou morte provocada pela doença

Por Redação Tupi

Segundo apresentador, quarentena trará consequências econômicas muito mais severas do que qualquer efeito ou morte provocada pela doença (Foto: Reprodução/Band)

O apresentador e empresário Roberto Justus participou ao vivo do programa “Aqui na Band”, na manhã desta segunda-feira, e comentou acerca do áudio vazado, no último domingo, de uma conversa sua com o também apresentador Marcos Mion, que gerou revolta na web. No matinal, Justus explicou as afirmações que fez sobre a pandemia do novo coronavírus, novamente minimizando os impactos da Covid-19: “12 mil mortes em sete bilhões de habitantes é muito pouco para criar essa histeria coletiva”.

“Algumas pessoas me acusaram falando que eu estava debochando dos mortos, zombando dos mortos. Pelo amor de Deus, 12 mil mortes é muito, qualquer morte é muito. Agora, 12 mil mortes em sete bilhões de habitantes é muito pouco para criar essa histeria coletiva que foi criada no mundo. No Brasil, são 35 mortes lamentáveis (a informação foi logo corrigida pelo apresentador Luiz Ernesto Lacombe, de 25 mortes no Brasil), mas também muito pouco para 210 milhões de habitantes”, alegou Justus, com rispidez.

Para o apresentador de “O Aprendiz”, o isolamento social trará consequências econômicas muito mais severas do que qualquer efeito da doença. Segundo Justus, o número de mortos pela Covid-19 será pequeno comparado ao dos casos de fome, desemprego e criminalidades geradas pela “histeria” entorno do novo coronavírus.

“O que eu disse é que 90% das pessoas que vão ser atingidas não vão ter nada. Sintomas de uma leve gripe. Então por que estamos isolando o planeta inteiro, tentando resolver um problema e criando um muito maior? Nós vamos ter muito mais falidos do que gente morta”, afirmou. “Não é que estou menosprezando os números, mas quantas pessoas vão perder a vida porque pode aumentar a criminalidade, porque vão morrer de fome. É um lockdown excessivo para números que não são tão grandes nem vão ser. Pode escrever o que eu tô falando”, garantiu o empresário na sequência.

Justus sugeriu ainda que o isolamento social só valesse para a idosos e pessoas com doenças crônicas. No caso dos adultos e crianças saudáveis, ele defendeu uma quarentena de apenas 30 dias. Além disso, disse que o mais importante é conscientizar na população da importância de lavar as mãos e higienizar os objetos com álcool em gel.

“Não estou minimizando, só estou dizendo que a reação exagerada vai custar caro pra humanidade. Ninguém quer viver o que a Itália viveu, mas não pode ficar três, quatro meses parando o país, com números que não sustentam a histeria”, criticou. “Se nós pudéssemos usar a força do poder público, empresários se movimentando pra criar hospitais como foram criados na China, botar dinheiro nesse tipo de coisa. O que nós temos que evitar é o colapso do sistema de saúde no no Brasil. Mas como 90% das pessoas não vão ter problemas sérios, em vez de destruir a economia do Brasil, por que não investimos em melhorar o problema de saúde?”, indagou Justus ainda.

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