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Diretor artístico da Tupi celebra 41 anos de rádio em entrevista para Cidinha Campos

Marcus Di Giacomo revela os desafios do rádio e fala sobre os 86 anos da emissora líder de audiência

Por Luiz Walcyr

cidinha campos abraçada com Marcus Di Giacomo
Cidinha Campos e o diretor artístico Marcus Di Giacomo
(Foto: Talita Giudice / Super Rádio Tupi)

Marcus Di Giacomo, diretor artístico da Super Rádio Tupi, falou durante entrevista ao Programa Cidinha Livre sobre os seus 41 anos de rádio, sendo 32 apenas na Tupi.

Para Cidinha Campos, Giacomo revelou que começou a trabalhar aos 15 anos de idade, como operador de áudio em uma emissora do Rio Grande do Sul, a Rádio Imembuí. Na ocasião, ele também chegou a atuar como coordenador.

Marcos Di Giacomo no programa Cidinha Livre
Cidinha Campos e o diretor artístico Marcus Di Giacomo (Foto: Talita Giudice / Super Rádio Tupi)

Em 1985, em Santa Catarina, foi convidado para montar uma rádio do zero. Este foi um dos seus maiores desafios em quatro décadas de carreira.

Alguns anos se passaram e, já no Rio, começou a trabalhar na rádio líder de audiência. Na Tupi, Marcus começou como assistente de produção. Em seis meses, foi promovido a coordenador, depois gerente de programação e, em meados dos anos 90, diretor de programação, cargo que ocupa até os dias de hoje.

Para Cidinha Campos, Marcos Di Giacomo revelou que a da tragédia no World Trade Center, em Nova York, que matou pouco menos de 3 mil pessoas no ano de 2001, foi a pior notícia divulgada pela rádio.

“Algumas, mas a do 11 de setembro foi a pior. Eu lembro que estava na sala com o Apolinho. A gente viu os aviões batendo na torre e não entendemos nada. Parecia um filme, mas na verdade não era. Era real. Acho que aquilo mexeu muito com a nossa produção jornalística para poder acompanhar e narrar, porque era uma coisa muito esquisita”, disse Di Giacomo. “Tragédia mundial que ninguém sabia o que viria a partir daí”, completou.

O diretor também falou sobre um período conturbado para a Super Rádio Tupi. A greve de 90 dias que quase fechou uma das emissoras mais tradicionais do Rio de Janeiro. Ele explicou como a Rádio Tupi conseguiu se reerguer e conquistar o primeiro lugar de audiência.

“Eu lembro que a rádio ficou no ar só com músicas e comerciais. Eu vinha todos os dias com dificuldades. Foi uma cena muito dramática. O nome da Super Rádio Tupi não pertence a diretores, pertence ao Rio de Janeiro, aos ouvintes, ao Brasil”, contou Marcus. “Demoramos um ano para retomar porque a Tupi devia muito e era difícil com tantos problemas trabalhistas e administrativos. Eu vinha de ônibus para a Rádio porque não tinha condição de colocar gasolina no meu carro”, complementou.

Além da vida profissional, o diretor falou sobre suas particularidades, entre elas a paixão pela gastronomia, e o relacionamento com a família.

Estas e outras curiosidades sobre Marcus Di Giacomo você confere na entrevista abaixo:



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