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Ex-BBB revela como o conteúdo adulto transformou sua relação com o corpo e alerta sobre o limite do “não”
A psicóloga e ex-BBB defende que a profissão não precisa ser um problema: o segredo está na confiança, na transparência e nos acordos do casal
A psicóloga e ex-BBB Lumena Aleluia defende que a criação de conteúdo adulto não precisa ser um problema para a vida a dois. Para ela, o trabalho não deve ser apontado como o responsável pelo fim de um casamento, pois a questão central está na forma como o casal conversa e define seus limites.
Em entrevista exclusiva à coluna Fábia Oliveira, Lumena afirmou que qualquer profissão pode interferir na rotina de um relacionamento. No caso do conteúdo adulto, a transparência desde o início é fundamental para o sucesso da parceria.
“Quando existe confiança e as duas pessoas entendem os limites e os acordos daquele relacionamento, acho que o conteúdo adulto não precisa ser um problema. Inclusive, pode ser uma forma de explorar a sexualidade com mais liberdade”, comentou.
Segundo a psicóloga, o conflito não está na atividade profissional em si. “O problema, para mim, não está necessariamente no conteúdo, mas na falta de diálogo, de respeito e de acordos”, explicou.
Relação com o próprio corpo
Lumena Aleluia também compartilhou que o trabalho na plataforma de conteúdo adulto transformou a relação que mantinha com seu corpo. Ela passou a se sentir mais livre com sua sexualidade e desejo.
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“Eu sempre falei muito sobre sexualidade, mas produzir conteúdo me fez viver isso de uma forma mais concreta”, pontuou. “Existe uma força muito grande em perceber que você pode decidir como quer se mostrar, sem deixar que outras pessoas determinem o que é permitido ou não para você.”
A ex-BBB ressaltou que o limite para a criação de conteúdo está no conforto pessoal. Nenhuma proposta justifica ultrapassar as próprias decisões. “Cada criador precisa entender o que aceita produzir e compartilhar. Eu preciso estar confortável e de acordo com o que estou fazendo”, disse.
“Não existe conteúdo que valha a pena se eu precisar passar por cima dos meus próprios limites. A liberdade também está em poder dizer não”, concluiu.