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Ex-jogador Daniel Alves surpreende com fala sobre prisão e fé: ‘Fui mais feliz lá’
Ex-presidiário faz nova declaração polêmica em evento religioso e fala de conversão
Fala de Daniel Alves em evento religioso na Guatemala viralizou nas redes sociais nesta semana. Em pregação realizada no dia 14 de junho de 2026, o ex-jogador disse ter sido mais feliz na prisão, recebendo 113 euros por mês, do que nos anos em que faturava milhões atuando no futebol profissional.
A declaração foi feita durante o evento “Mi Papá es el GOAT” — “Meu pai é o maior de todos os tempos” —, organizado pela Igreja Casa de Deus. No discurso, Alves atribuiu essa mudança de perspectiva à presença do pai durante o período em que esteve detido. “Na prisão, ganhando 113 euros, eu era mais feliz do que ganhando milhões”, disse. “O que valem milhões de euros sem pai?”.
Daniel Alves, agora Pastor, afirmou que se sentiu mais feliz na penitenciária do que na época em que ganhava milhões de euros como jogador profissional:
— Pri (@Pri_usabr1) July 14, 2026
"Eu ganhava milhões de euros, graças a Deus e ao futebol, mas, na prisão, ganhando 113 euros, eu era mais feliz do que… pic.twitter.com/wN2HzZRvGw
Conversão religiosa após detenção de 14 meses
O ex-lateral afirma que a aproximação com a fé aconteceu enquanto estava preso. Ele ficou detido por 14 meses, de janeiro de 2023 a março de 2024, acusado de estuprar uma jovem em uma boate de Barcelona na virada do ano de 2022. Desde a soltura, tem participado de pregações e declarado conversão ao evangelho.
Ao longo das investigações, Alves mudou de versão diversas vezes. Primeiro negou conhecer a vítima. Em seguida, admitiu ter entrado no banheiro com ela, mas negou ato sexual. Depois, reconheceu a tentativa de sexo oral. Por fim, após exames identificarem seu sêmen, confirmou a penetração, mas insistiu que o ato foi consensual.
Em fevereiro de 2024, a Justiça espanhola o condenou a quatro anos e seis meses de prisão e ao pagamento de 150 mil euros de indenização. Em março de 2025, porém, o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha anulou a sentença por considerar as provas insuficientes para manter a condenação.
