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Marcus Anoli fala do musical ‘Quero vê-la sorrir!’ que conta trajetória do ídolo Sidney Magal

Musical estreia nesta sexta-feira (27) , no Teatro Claro Rio, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, com direção de Francisco Nery e Sueli Guerra, e contará a trajetória do artista

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Marcus Anoli

Marcus Anoli fala do musical ‘Quero vê-la sorrir!’ que conta trajetória do ídolo Sidney Magal (Foto: Divulgação)

Marcus Anoli volta aos palcos em um espetáculo bem especial. Em “Quero vê-la sorrir!” o ator vive Robert Livi, empresário, e figura de extrema importância na trajetória de sucesso de Sidney Magal. O musical estreia nesta sexta-feira (27) , no Teatro Claro Rio, Copacabana, na Zona Sul do Rio, com direção de Francisco Nery e Sueli Guerra, e contará a trajetória do artista.

A produção, que fará curta temporada até 19 de junho, trará Márcio Louzada no papel de Magal e Izabella Bicalho como Sônia, mãe de Magal.

“Quero vê-la sorrir!” é inspirado na biografia de Magal e promete trazer detalhes da vida pessoal e profissional do cantor. “É a oportunidade de conhecer o homem por trás do artista. Descobrir como o Sidney de Magalhães se tornou Sidney Magal. O principal foco é realmente trazer esse lado íntimo, e humanizar essa lenda da nossa cultura”, comenta o intérprete de Robert Livi.

O personagem de Anoli foi um produtor musical argentino que fez sucesso no país durante a época da Jovem Guarda. Ele viu o potencial artístico de Magal e o ajudou a se transformar no sucesso em que conhecemos. Se tornou empresário e amigo, escreveu “Sandra Rosa Madalena”, um dos maiores sucessos da carreira do músico, e coproduziu “Amante Latino”, filme protagonizado pelo cantor.

O ator ainda fala que no processo de criação e estudo sobre a vida de Livi viu características em comum com as dele. “Ele era um homem determinado, sagaz, objetivo, exigente e sabia o que queria. Eu tenho comigo que trabalhando duro, com respeito, foco, determinação, honestidade, sabendo o lugar que você ocupa na vida e na obra que se propõe a realizar é muito difícil dar errado. Me identifico muito com ele, principalmente na forma que gerencio minha carreira, lendo a biografia do Magal, em vários momentos a minha fala e posicionamento são idênticos ao de Livi”, ressalta.

Ele ainda detalha um momento que se tornou parte do espetáculo e que faz uma homenagem aqueles que são personagens muito importantes na história da TV. “Quando li o texto vi que teríamos um momento Chacrinha. Eu acho que o Russo foi um dos maiores assistentes de palco do mundo. Cavei uma oportunidade de homenagear esse cara que eu achava incrível, fui criando uma coisinha aqui outra ali, quando vi já fazia parte da cena e foi mantido. Não existe o “Russo” na peça, mas faço uma homenagem singela, mas de muito amor, a ele e a todos assistentes de palco e câmeras que ficam ali escondidinhos, mas na verdade são pilares da realização dos programas de auditoria”, diz.

Anoli ainda fala de um dia em especial que o emocionou. “Em um determinado dia, durante os ensaios, houve uma queda de energia no local, e a equipe teve que ser redirecionada para um salão com palco. Naquele momento da cena eu estava na plateia e de repente me vi num programa de auditório, e percebi ali a magia e a beleza da produção. Tudo ficou em câmera lenta. O velho guerreiro (Chacrinha), as chacretes. Aquela imagem remeteu à minha infância, no interior de Goiás. Eu estava vivendo aquilo que via na televisão. Não aguentei e cai aos prantos, foi maravilhoso!”, lembra o ator.

O Teatro Claro Rio fica na Rua Siqueira Campos, nº 143, Copacabana.

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/73092/d/137289

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