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Max Oliver cruza sertanejo e country em “Quando Eu Cantar”, faixa sobre amor à distância

Com mais de 100 mil inscritos no YouTube, artista lança pela Algohits a primeira música de um álbum autoral com dez faixas

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Divulgação / TMJ Brazil

Entre a tradição do sertanejo de raiz e a linguagem do country contemporâneo, Max Oliver encontrou o ponto de partida para uma nova fase da carreira. O cantor e compositor acaba de lançar Quando Eu Cantar, faixa apresentada pela Algohits que incorpora também elementos do folk para narrar um amor capaz de permanecer vivo apesar da distância.

O lançamento é o primeiro capítulo de um projeto maior. Quando Eu Cantar também dará nome ao próximo álbum do artista, formado por dez músicas que serão apresentadas gradualmente ao público.

Com mais de 100 mil inscritos em seu canal no YouTube, Max utiliza o novo trabalho para se aproximar das referências que construíram sua relação com a música. O repertório parte do sertanejo que ouviu durante a infância e avança pelo folk e pelo country norte-americano que posteriormente passaram a fazer parte de sua formação.

“Essa música tem muito de mim. Do country, do folk, da música boa, das histórias que eu gosto de contar e, principalmente, da verdade que eu quero colocar em cada canção. ‘Quando Eu Cantar’ é sobre deixar a música falar por mim”, afirma o artista.

Do sertanejo de raiz ao country contemporâneo

A produção musical de Quando Eu Cantar é assinada por Enoque Rodolfo, profissional com mais de duas décadas de atuação e que trabalhou durante mais de dez anos na produção de Zé Henrique & Gabriel.

A coprodução ficou a cargo de Ricardo Lopes, nome ligado ao country brasileiro e responsável por trabalhos de Paula Fernandes, entre eles o álbum e audiovisual 11:11.

Na construção do single, os produtores aproximam duas tradições que ocupam lugares importantes na identidade de Max. De um lado está a força narrativa da música sertaneja; do outro, a produção do country norte-americano atual.

Morgan Wallen e Luke Combs aparecem entre as referências contemporâneas do projeto. No Brasil, Victor & Leo representam para o cantor uma das conexões mais evidentes entre o folk e a música sertaneja.

Influências musicais começaram na infância

A sonoridade que Max Oliver agora procura consolidar começou a ser construída muito antes de sua carreira profissional. Dentro de casa, o artista teve contato desde cedo com repertórios bastante diferentes.

O pai apresentou ao cantor nomes fundamentais do sertanejo de raiz, especialmente Milionário & José Rico e Chrystian & Ralf. Com a mãe, Max conheceu outro universo musical, que incluía bandas internacionais como Metallica, Toto e Supertramp.

A descoberta do country ampliou ainda mais esse repertório. Garth Brooks, Brad Paisley e Blake Shelton passaram a integrar suas referências, seguidos posteriormente por artistas de uma geração mais recente, como Luke Combs.

Em vez de tratar essas influências como universos separados, Max passou a utilizá-las para desenvolver sua própria maneira de escrever, cantar e tocar.

“Acho que minha identidade musical vem de uma mistura de muitas influências. Meu pai me apresentou desde pequeno à música raiz, principalmente Milionário & José Rico, e depois vieram Chrystian & Ralf e outros grandes nomes. Minha mãe trouxe a influência da música americana, e fui absorvendo referências como Metallica, Toto e Supertramp”, explica.

“Depois vieram Garth Brooks, Brad Paisley e Blake Shelton e, mais recentemente, Luke Combs e outras referências do country. Tudo isso foi, de alguma forma, moldando meu jeito de compor, cantar e tocar”, acrescenta.

Amor à distância abre narrativa do novo álbum

Em Quando Eu Cantar, essas referências servem de base para uma história sobre um sentimento que continua existindo mesmo quando a distância passa a fazer parte de uma relação. A canção utiliza a permanência desse amor para explorar também a própria relação do artista com a composição.

Cantar funciona como uma forma de comunicação. Aquilo que pode ser difícil de explicar diretamente encontra espaço nas melodias, nas letras e nas histórias transformadas em música.

Essa característica deverá atravessar o restante do álbum. As dez faixas terão como eixo a aproximação entre as raízes sertanejas de Max Oliver e diferentes vertentes da música norte-americana, especialmente o folk e o country.

“Gosto de pensar que toda canção que escrevo é uma nova etapa da minha carreira. ‘Quando Eu Cantar’ marca o início de um novo álbum, mais conectado à minha essência musical do que o anterior”, completa o cantor.

Videoclipe acompanha início da nova fase

A apresentação desse novo momento não ficará restrita às plataformas de áudio. Quando Eu Cantar ganhou um videoclipe dirigido por Windi Ribeiro e gravado no interior de São Paulo.

O vídeo conta com a participação da atriz Lorraine Mota, que já havia aparecido em Planta e Raiz, lançado por Max em 2025. Windi Ribeiro também assina as fotografias que acompanham o projeto.

Ao reunir sertanejo de raiz, folk e country contemporâneo, Quando Eu Cantar funciona como uma síntese da formação musical de Max Oliver e, ao mesmo tempo, como ponto de partida para aquilo que pretende construir daqui em diante. O novo álbum nasce justamente desse encontro entre memória, referências familiares e a busca por uma identidade cada vez mais próxima de sua essência artística.

Confira: