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“Me sinto humilhada”: apresentadora chora e desabafa ao vivo antes de abandonar estúdio
Apresentadora acusa colega de humilhação e deixa programa da TVE ao vivo chorandoA jornalista Marta Gómez Montero abandonou os estúdios da TVE, na Espanha, após um desabafo emocional durante a transmissão ao vivo do programa “Malas Lenguas Noche”. O episódio, ocorrido no último sábado (11), foi marcado por lágrimas e uma acusação direta de humilhação contra o apresentador principal da atração.
Ao interromper o debate, Marta afirmou que não aceitaria mais ser desrespeitada pelo colega de bancada. “Me sinto absolutamente humilhada. Aguentei muito tempo para pagar as contas e pelos meus filhos, mas não aguento mais”, declarou a profissional antes de se retirar.
Marta Gómez Montero abandona el programa Malas Lenguas en pleno directo:
— Wall Street Wolverine (@wallstwolverine) July 11, 2026
“No me vas a volver a humillar, he aguantado mucho tiempo. Cintora, prefiero comer mierda”. pic.twitter.com/bfj0zdeSx0
Referência literária e saída do estúdio
Antes de deixar o local, a comunicadora utilizou a obra “O Coronel não tem ninguém para escrever para ele”, do escritor Gabriel García Márquez, para ilustrar sua decisão. Ela mencionou o diálogo final do livro sobre a extrema pobreza para dizer que prefere “comer m…” a seguir no programa.
Após o discurso, Marta recolheu seus pertences e retirou o microfone, ignorando as tentativas de diálogo de Jesús Cintora, alvo das críticas. O caso gerou repercussão imediata nas redes sociais, provocando uma reação oficial da cúpula da emissora pública espanhola.
Apoio da presidência e defesa do âncora
O presidente da TVE, José Pablo López Sánchez, manifestou apoio público à jornalista por meio de uma postagem no X. O executivo classificou Marta como uma profissional magnífica e garantiu que o canal continuará sendo um espaço onde o talento dela será devidamente valorizado.
Jesús Cintora também se pronunciou, pedindo desculpas e afirmando que as portas da atração seguem abertas para a colega. O apresentador justificou que sua postura no ar buscava apenas organizar a dinâmica do debate, pedindo, por meio de gestos, que ela respeitasse o tempo de fala dos outros integrantes.