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“Doido”: web reage após Monark dizer que Xuxa, Luísa Sonza e Michelle Bolsonaro seriam trans
Após Monark alegar que famosas são mulheres trans, internautas criticaram falas nas redes: "Está se fazendo de doido".
Monark afirma, sem provas, que Luísa Sonza, Xuxa e Michelle Bolsonaro são mulheres trans. As declarações foram feitas pelo influenciador Bruno Monteiro Aiub em três vídeos publicados em seu canal no YouTube, gerando nova polêmica nas redes sociais.
Nas redes sociais, internautas falaram sobre as entrevistas controversas. “Ou ele está se fazendo de doido para hipar ou o cara realmente está ficando lélé”, disse um. “Existe alguma mulher que NÃO é trans para ele?”, questionou outro.
🚨AGORA – Monark diz que a Michelle Bolsonaro é trans pic.twitter.com/d3g4oILCio
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) July 11, 2026
Falas feitas em três vídeos separados
Em um dos programas, conversando com o comediante Cassius Ogro, Monark misturou nomes ao falar sobre Whindersson Nunes e terminou afirmando que Luísa Sonza “tem cara” de mulher trans. “Esse mundo é perverso”, completou.
Monark diz que Whindersson Nunes não perdeu o filho porquê a Luiza Sonza é uma mulher trans. pic.twitter.com/C0Xxp2zV0n
— Teorias do Monark (@Ky237698513) July 10, 2026
Em outro vídeo, ao lado de Alessandro Santana, disse que desconfia de Michelle Bolsonaro: “Meu radar trans dá uma apitada pra ela.” Numa terceira gravação, ao lado de Tiago Carvalho e Igor Caçamba, afirmou que a apresentadora Xuxa Meneghel também seria trans e previu que “daqui 20, 30 anos, vai sair na mídia todas essas histórias.”
Afastamento após falas sobre nazismo
O retorno de Monark às redes vem após três anos de afastamento provocado por uma declaração em defesa do reconhecimento do partido nazista, feita em um podcast. Na época, a Amazon encerrou o vínculo com o Flow e o influenciador foi demitido do programa, alegando ter “conhecimento superficial” sobre o tema.
Em abril deste ano, o Ministério Público de São Paulo reabriu o caso e voltou a pedir sua condenação. O promotor Ricardo Manuel Castro defendeu uma indenização de R$ 4 milhões e pediu que manifestação anterior da própria promotoria, que havia solicitado a improcedência da acusação, fosse desconsiderada, com base nas evidências acumuladas ao longo do processo.