Nem só castanhas e sementes: essas frutas também podem ajudar você a consumir mais magnésio - Super Rádio Tupi
Conecte-se conosco
x

Entretenimento

Nem só castanhas e sementes: essas frutas também podem ajudar você a consumir mais magnésio

Seis escolhas simples para variar a alimentação

Publicado

em

Compartilhe
google-news-logo
Nem só castanhas e sementes: essas frutas também podem ajudar você a consumir mais magnésio
O magnésio também pode ser encontrado em frutas além das castanhas e sementes

Quando se fala em frutas com magnésio, muita gente estranha, porque esse mineral costuma ser associado a castanhas, sementes e folhas verdes. As frutas não são as campeãs em quantidade, mas algumas opções podem ajudar a complementar a rotina alimentar com mais sabor, fibras e variedade no prato.

Por que buscar magnésio nos alimentos faz diferença?

O magnésio nos alimentos participa de funções importantes do corpo, incluindo músculos, nervos, produção de energia e saúde dos ossos. Por isso, ele não deve ser lembrado apenas quando aparecem cansaço, câimbras ou irritação.

Ao mesmo tempo, é importante não transformar o mineral em promessa milagrosa. Sintomas como fadiga e sono ruim podem ter várias causas, então o melhor caminho é melhorar a alimentação e procurar orientação profissional se o desconforto persistir.

Nem só castanhas e sementes: essas frutas também podem ajudar você a consumir mais magnésio
Muitos alimentos do nosso dia a dia são cheios de magnésio

Quais frutas podem ajudar a aumentar o magnésio?

Entre as fontes de magnésio, as frutas entram como apoio, não como solução única. Elas funcionam melhor quando aparecem junto de legumes, grãos integrais, feijões, sementes e oleaginosas.

Veja seis opções que podem entrar com facilidade em uma dieta equilibrada:

  • Figo seco, que concentra nutrientes e combina com iogurte, aveia ou castanhas.
  • Abacate, conhecido pela gordura boa e pela saciedade que oferece.
  • Banana, prática para lanches rápidos e muito usada antes ou depois de atividades leves.
  • Amoras, ricas em cor, fibras e compostos antioxidantes.
  • Goiaba, uma fruta aromática que também se destaca pela vitamina C.
  • Mamão, leve, macio e fácil de incluir no café da manhã.

Como incluir essas frutas sem exagerar?

A melhor estratégia é usar essas frutas para enriquecer refeições que você já faz. Assim, elas deixam de ser uma obrigação e passam a entrar de forma natural no café da manhã, nos lanches ou na sobremesa.

Frutas que somam magnésio à rotina Ideias simples para variar o prato sem complicar
🍌 Nutrição
🌰 Figo seco

Bom para pequenas porções

Por ser seco, concentra sabor e açúcares. Fica melhor em pouca quantidade.

🥑 Abacate

Ajuda na saciedade

Vai bem com limão, aveia, saladas ou vitaminas sem excesso de açúcar.

🍌 Banana

Prática para o dia a dia

Combina com iogurte, pasta de amendoim, aveia ou lanches rápidos.

🫐 Amoras

Cor e fibras no prato

Podem ser usadas frescas ou congeladas em mingau, iogurte e vitaminas.

🍈 Goiaba

Boa para variar

Traz aroma, fibras e ajuda a sair da repetição de sempre.

🧡 Mamão

Leve e fácil de comer

Funciona bem no café da manhã e combina com sementes ou iogurte natural.

Frutas bastam para atingir a necessidade diária?

Na maioria dos casos, não. As frutas ajudam, mas os alimentos mais lembrados pelo magnésio continuam sendo sementes, castanhas, leguminosas, verduras verde-escuras e grãos integrais.

Por isso, o ideal é pensar no conjunto. Uma banana no lanche, abacate no café da manhã e mamão com sementes já tornam a alimentação mais rica, mas não substituem uma rotina alimentar variada.

A nutricionista Patricia Leite mostra, em seu canal do YouTube, qual é a importância do magnésio no nosso corpo e quais alimentos podemos consumir para obter mais:

Quando é melhor ter cuidado com suplementos?

Suplementos de magnésio não devem ser usados no automático. Em excesso, eles podem causar desconfortos intestinais e também podem interagir com alguns medicamentos, especialmente quando usados sem orientação.

Se você sente cansaço constante, câimbras frequentes, palpitações ou outros sintomas persistentes, o mais seguro é conversar com um profissional de saúde. A comida pode ser o primeiro passo, mas diagnóstico não deve ser feito por tentativa e erro.