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O filme que leva o dilema amoroso ao pós-vida e questiona o que significa amar para sempre
Eternity aposta em romance da A24 com prazo de sete dias para definir destino eterno
Eternity surge como uma das apostas de destaque do estúdio A24 para 2025, trazendo uma narrativa de romance ambientada em um cenário pós-vida em um plano celestial onde as almas, após a morte, recebem um prazo limitado para decidir com quem desejam compartilhar a eternidade, fazendo com que relações passadas, lembranças e afetos ganhem um novo peso.
O que apresenta a história de Eternity no plano pós-vida
Dirigido por David Freyne, conhecido pelo longa The Cured, o filme combina elementos de drama romântico e fantasia espiritual. O roteiro, assinado por Freyne em parceria com Pat Cunnane, parte de uma premissa simples, porém carregada de implicações emocionais e existenciais sobre como lidar com o amor quando não há limite temporal.
A trama acompanha essa questão sem se apoiar em cenários cotidianos, deslocando os conflitos amorosos para um ambiente metafísico, distante da realidade terrestre tradicional. Nesse espaço, o pós-vida funciona como palco para escolhas definitivas, mas também como espelho das dúvidas humanas mais terrenas.
Qual é a proposta central do romance pós-vida em Eternity
A palavra-chave central de Eternity é o conceito de eternidade, explorado por meio de escolhas afetivas. No filme, cada alma recém-chegada a esse plano celestial tem uma semana para decidir com quem pretende passar o resto de sua existência espiritual, o que gera um curioso contraste entre urgência e infinitude.
A protagonista é Joan, interpretada por Elizabeth Olsen, que chega a esse espaço divino e se vê diante de uma decisão que ultrapassa qualquer dilema terreno. Entre o marido de longa data, Larry (Miles Teller), e o primeiro amor, Luke (Callum Turner), ela precisa avaliar o que significa, de fato, dividir a eternidade com alguém.
Como Eternity explora amor, memória e idealização
O conflito dramático de Eternity se organiza em torno de duas formas distintas de afeto, representadas por Larry e Luke. De um lado está a estabilidade de uma vida compartilhada; de outro, a idealização de um romance interrompido, carregado pelo peso do “poderia ter sido”.
Esse cenário pós-morte funciona também como metáfora para a forma como as pessoas revisitam o próprio passado, confrontando arrependimentos e expectativas. Para deixar mais claros os eixos temáticos que estruturam o filme, é possível destacar alguns pontos centrais de sua abordagem emocional:
- Amor de longa data: simbolizado pela vida em comum de Joan e Larry.
- Primeiro amor: representado por Luke, marcado por interrupção e espera.
- Tempo espiritual: um lugar em que sete dias definem um destino infinito.
- Escolha definitiva: a decisão não pode ser revista após o prazo.

Quem está por trás de Eternity e quando o filme será lançado
Além do trio central formado por Elizabeth Olsen, Miles Teller e Callum Turner, Eternity conta com John Early e Da’Vine Joy Randolph em papéis de apoio. O elenco reforça o foco em interações humanas e dinâmicas emocionais, em sintonia com o histórico autoral da A24.
O longa-metragem está programado para estrear oficialmente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, em setembro de 2025, antes de chegar aos cinemas em novembro de 2025 nos Estados Unidos. A expectativa é que, após essa primeira janela de exibição, o filme circule em outros territórios, ampliando o debate sobre amor, morte e escolhas permanentes sob uma ótica espiritual.
- Estreia mundial prevista para o Festival de Toronto, em setembro de 2025.
- Lançamento comercial em salas de cinema em novembro de 2025.
- Distribuição inicial focada no público norte-americano.
- Possível expansão para outros países conforme calendário de lançamentos da A24.