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Peças icônicas da moda 2016 voltam com tudo e prometem ser o maior sucesso deste ano

Por que o minimalismo perdeu a guerra para o brilho intenso de 2016

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Peças icônicas da moda 2016 voltam com tudo e prometem ser o maior sucesso deste ano

A nostalgia pelos anos recentes tem ganhado espaço nas conversas, nas redes sociais e até nas escolhas de moda e beleza, e o ano de 2016 surge como um marco afetivo particular, associado a uma sensação de liberdade, sociabilidade intensa e um visual mais ousado, que hoje orienta escolhas de roupas, músicas e estilos de vida em busca de conforto emocional em um presente percebido como mais tenso e incerto.

Por que 2016 se tornou um símbolo de nostalgia na cultura atual?

Especialistas em comportamento e psicologia da moda explicam que a saudade de 2016 é filtrada por uma “lente emocional”, que suaviza dificuldades e realça experiências positivas. Em um cenário recente de crises sanitárias, econômicas e políticas, esse passado próximo é idealizado como um período mais leve e socialmente conectado.

Para parte da geração Z e de jovens adultos, 2016 marca o fim de uma adolescência mais “analógica”, anterior à pressão intensa por performance nas redes. Festas lotadas, viagens em grupo e encontros presenciais frequentes passam a ser vistos como um refúgio simbólico frente à hiperconectividade e ao cansaço digital atuais.

Peças icônicas da moda 2016 voltam com tudo e prometem ser o maior sucesso deste ano
2016 é visto como um refúgio de leveza e conexão social pré-crises.

Como a memória de 2016 orienta escolhas de moda e comportamento?

Na prática, a nostalgia age como um motor silencioso que influencia decisões presentes: pessoas resgatam roupas, músicas e formas de lazer que remetem a 2016 para reviver emoções positivas. Isso fortalece o retorno de tendências antigas, não só pela estética, mas pelo conforto emocional e pelo senso de continuidade que oferecem.

Esse apego ultrapassa o guarda-roupa e alcança o modo de viver: a rotina em torno de bares, clubes e festas presenciais de 2016 é lembrada como época de produções mais elaboradas, com saltos, vestidos justos, metalizados e maquiagens dramáticas. Hoje, mudanças econômicas e de consumo fazem essa estética circular mais em lembranças digitais do que nas ruas.

Quais elementos definem a moda de 2016 e explicam seu retorno?

Na moda de 2016, ganharam destaque tops com amarrações, decotes ombro a ombro, brilho metálico e acessórios marcantes, como chokers e tênis esportivos de marcas populares. Celebridades e influenciadores combinavam jeans skinny, jaquetas estilosas e moletons de logotipos vistosos, criando um uniforme urbano despretensioso.

Figuras públicas como Marina Ruy Barbosa ajudaram a cristalizar esse imaginário, com looks cheios de brilho, chokers e jaquetas statement em eventos e novelas. Em contraste ao atual “quiet luxury”, parte do público demonstra cansaço do minimalismo neutro e volta a buscar cores intensas, estampas e um visual nitidamente ligado à noite e à festa.

  • Peças marcantes: jeans skinny, tops curtos, jaquetas bomber, chokers.
  • Elementos visuais: metalizados, logotipos evidentes, maquiagem iluminada.
  • Referências culturais: videoclipes, festivais de música, influenciadores em ascensão e celebridades como Marina Ruy Barbosa.

Quais tendências marcaram a moda praia de 2016?

No verão 2016, a moda praia ganhou forte carga afetiva com biquínis de crochê em versões micro e comportadas, usados tanto na praia quanto em festivais e festas à beira da piscina. Maiôs e biquínis com estampa de palmeiras, bodies com prints geométricos e materiais como tricô, telas vazadas e rendas compuseram um imaginário de verão leve e otimista.

As calcinhas de lacinho substituíram o protagonismo das hotpants, enquanto tops em shapes diversos — um ombro só, frente única, trapézio e gola alta — apareceram como alternativas à cortininha tradicional. Até calças capri oversized em tecidos vazados surgiram como saída de praia moderna para quem buscava um visual mais fashion.

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Como 2016 e 2026 dialogam na reciclagem de tendências?

Em 2026, o poder da saudade se torna evidente quando celebridades e influenciadores voltam a apostar em jaquetas bomber, jeans de lavagem clara, leggings com croppeds e chokers. A estética que marcou perfis de Kylie e Kendall Jenner e Hailey Bieber retorna atualizada, com novos materiais e cortes mais tecnológicos.

Nas passarelas, grifes como Versace, Miu Miu e Balenciaga revisitam diretamente o repertório visual de 2016 com brilhos, chokers robustos e silhuetas marcadas. Ao mesmo tempo, referências pop como Lemonade, o “bleachella” de Taylor Swift e o aniversário de Stranger Things mantêm viva a atmosfera cultural daquele ano, agora reinterpretada para uma nova década.