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Por que algumas pessoas quase nunca têm ressaca, segundo pesquisadores
Genética pode influenciar intensidade da ressaca após consumo de álcool
Enquanto algumas pessoas sofrem intensamente após consumir álcool, outras parecem acordar normalmente mesmo depois de beber grandes quantidades. Segundo pesquisadores, essa diferença pode estar ligada à genética. Estudos recentes indicam que determinadas variações genéticas influenciam a forma como o organismo processa o álcool, reduzindo sintomas clássicos da ressaca em algumas pessoas.
O que causa a ressaca?
A ressaca acontece devido a uma combinação de fatores, incluindo desidratação, inflamação, alterações hormonais e acúmulo de substâncias produzidas durante a metabolização do álcool.
Entre essas substâncias está o acetaldeído, composto tóxico gerado quando o organismo quebra o álcool no fígado.
- O álcool afeta metabolismo e hidratação
- A ressaca envolve processos inflamatórios
- O fígado desempenha papel fundamental
- Substâncias tóxicas provocam sintomas desagradáveis

Qual a relação entre genética e ressaca?
Segundo os pesquisadores, algumas pessoas possuem variantes genéticas que tornam o processamento do álcool mais eficiente. Isso reduz acúmulo de compostos tóxicos associados aos sintomas da ressaca.
Genes ligados às enzimas responsáveis pela metabolização do álcool influenciam diretamente a intensidade das reações do organismo.
Isso significa que essas pessoas são mais resistentes ao álcool?
Não necessariamente. Especialistas alertam que sentir menos ressaca não significa que o corpo esteja sofrendo menos efeitos negativos do álcool.
Mesmo sem sintomas intensos no dia seguinte, o consumo excessivo continua afetando fígado, cérebro, sistema cardiovascular e saúde geral.
- Ausência de ressaca não elimina riscos do álcool
- O organismo continua sendo impactado
- Genética influencia sintomas, mas não imunidade
- Consumo excessivo traz consequências à saúde

Outros fatores também influenciam a ressaca?
Sim. Peso corporal, alimentação, hidratação, qualidade do sono e frequência do consumo de álcool também alteram intensidade da ressaca.
Além disso, idade e metabolismo individual podem modificar bastante a reação de cada pessoa às bebidas alcoólicas.
O que os pesquisadores concluem?
Os estudos mostram que a genética possui papel importante na forma como o organismo responde ao álcool. Algumas pessoas realmente apresentam predisposição biológica para sofrer menos sintomas de ressaca.
No entanto, especialistas reforçam que isso não representa proteção contra os danos do consumo excessivo de álcool. Mesmo quem raramente sente ressaca continua sujeito aos efeitos negativos da bebida sobre a saúde física e mental.