'Velório com 3 viúvas': após 12 anos de relacionamento, mulher descobre traição no velório do companheiro - Super Rádio Tupi
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‘Velório com 3 viúvas’: após 12 anos de relacionamento, mulher descobre traição no velório do companheiro

Engenheira narra como a morte do parceiro revelou uma vida dupla e reacendeu o debate sobre relacionamentos abusivos e manipulação

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Kaline Macedo, mulher de cabelos escuros, com expressões diferentes em duas fotos lado a lado
A engenheira Kaline Macedo, cuja história viralizou, relembra a descoberta dos relacionamentos paralelos do companheiro após sua morte. Foto: Reprodução/Redes sociais

A engenheira civil baiana Kaline Macedo viveu uma história que viralizou nas redes sociais. Após 12 anos de relacionamento, ela descobriu que era traída apenas depois da morte do companheiro, durante o velório do homem de 41 anos.

Segundo seu relato, foi no velório que ela soube que o parceiro mantinha outros relacionamentos paralelos. A revelação começou quando sua mãe conversou com outra mulher que também se apresentava como companheira do falecido. Ao todo, ele se relacionava com pelo menos quatro mulheres. Ela publicou dois vídeos explicando o caso. Confira:

@kalinearqengeu não ia contar sobre isso aqui, pq ainda mexe demais comigo tudo que eu descobri e passei. mas resolvi compartilhar pq pode ser que minha história sirva para ajudar alguma mulher a não passar pelo mesmo que eu.♬ som original – Kaline Macedo

<blockquote class=”tiktok-embed” cite=”https://www.tiktok.com/@kalinearqeng/video/7662493874098687250″ data-video-id=”7662493874098687250″ style=”max-width: 605px;min-width: 325px;” > <section> <a target=”_blank” title=”@kalinearqeng” href=”https://www.tiktok.com/@kalinearqeng?refer=embed”>@kalinearqeng</a> <p>continuação de como eu descobri que meu ex era um mitomaníaco e como ele fazia várias mulheres de idiota</p> <a target=”_blank” title=”♬ som original – Kaline Macedo” href=”https://www.tiktok.com/music/som-original-7662494373674486545?refer=embed”>♬ som original – Kaline Macedo</a> </section> </blockquote> <script async src=”https://www.tiktok.com/embed.js”></script>

A história, compartilhada por Kaline no TikTok e outras plataformas, trouxe à tona detalhes sobre o relacionamento e seu processo de reconstrução emocional.

Sinais de um relacionamento abusivo

Kaline conheceu o companheiro em 2013, quando tinha 19 anos, na cidade de Cipó, interior da Bahia. Ele, dez anos mais velho, insistiu para conhecê-la. Em entrevista à revista “Marie Claire”, ela contou que, no início, ele era carinhoso e atencioso.

Com o tempo, surgiram sinais que ela preferiu relevar. O homem costumava inventar histórias sobre a própria vida, como a de que teria perdido um irmão gêmeo ou sobrevivido a uma tentativa de assalto. “Fui percebendo aos poucos suas invenções, mas não queria gerar confusão”, afirmou.

O relacionamento também passou a ser marcado por ciúmes e controle. Ele chegou a instalar um sistema de controle parental no celular de Kaline para monitorar suas mensagens e localização em tempo real.

Após nove anos juntos, a engenheira iniciou terapia e decidiu terminar o namoro, mas encontrava dificuldades. “Estava extremamente esgotada, mas ele não aceitava, não me deixava em paz”, relembrou. Ela disse que recebeu ameaças e acabou retomando a relação.

Morte e descoberta no velório

Mulher de cabelos escuros e sorriso aberto, em duas fotos lado a lado no mesmo ambiente
Kaline Macedo, cuja história de traição e reconstrução emocional viralizou, em momento de seu relato sobre o ocorrido. Foto: Reprodução/Redes sociais

O homem morreu em um acidente de carro em outubro de 2025, na cidade de Alagoinhas. Abalada, Kaline passou quase todo o velório em uma sala reservada. Enquanto isso, sua mãe conheceu outra mulher que dizia estar ali para se despedir do namorado de uma amiga.

Na conversa, perceberam que falavam da mesma pessoa. “Quando falaram o nome dele, descobriram que era a mesma pessoa”, contou Kaline. A mãe, no entanto, escondeu a informação para não aumentar o sofrimento da filha naquele momento.

Dias depois, Kaline encontrou publicações de uma mulher que o homenageava e afirmava ter tido um relacionamento de três anos com ele. Em seguida, descobriu que uma estagiária dele também era uma das amantes.

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A arquiteta soube ainda que, antes do acidente, o namorado viajava com uma jovem de 19 anos que conheceu em um aplicativo. “Ele morreu enquanto voltava de uma viagem com uma amante de 19 anos. Ele tinha 41”, relatou.

As conversas entre as mulheres revelaram que ele usava compromissos profissionais e viagens como desculpa para suas ausências. As revelações transformaram o luto de Kaline. “A pessoa que morreu não era a pessoa que eu conhecia”, afirmou.

Ela confessou ter sentido alívio por não ser mais monitorada, mas depois se sentiu culpada. Com a terapia, Kaline passou a entender a manipulação que viveu e hoje foca em reconstruir sua autoestima. “Aos poucos entendi que aquela pessoa com quem me relacionei, de fato, não existe mais”, concluiu.