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Vilões do BBB: Relembre 7 participantes que marcaram a história do reality

De recordes de rejeição a estratégias calculistas, veja jogadores que se tornaram antagonistas memoráveis no Big Brother Brasil

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Close-up de homem barbudo usando chapéu de cowboy preto e camisa cinza, olhando para frente.
Alberto Cowboy, o estrategista vilão do BBB 7 que marcou o reality, está de volta ao BBB 26. Foto: Reprodução / Instagram

Longe de serem uma unanimidade, os chamados “vilões” são peças fundamentais na história do Big Brother Brasil. São eles que costumam gerar as maiores discussões e deixar uma marca definitiva no programa, seja por estratégias ousadas, polêmicas marcantes ou pela alta rejeição do público.

Esses participantes se tornaram antagonistas memoráveis, amados por uns e odiados por outros, mas jamais ignorados. Cada um, a seu modo, desafiou as dinâmicas da casa e provocou reações intensas do lado de fora. A seguir, relembre sete nomes que assumiram esse papel com maestria.

Os vilões inesquecíveis do BBB

Karol Conká (BBB 21): Poucos participantes tiveram uma passagem tão marcante. A cantora se tornou um fenômeno de rejeição e saiu do programa com 99,17% dos votos, um recorde absoluto. Sua postura com outros confinados, especialmente com Lucas Penteado, mobilizou o país e transformou seu nome em sinônimo de “cancelamento”.

Nego Di (BBB 21): Integrante do mesmo grupo de Karol Conká, o humorista também alcançou um índice de rejeição histórico: 98,76%. Sua participação foi marcada por comentários controversos e uma aliança estratégica que o público desaprovou de forma massiva.

Patrícia Leitte (BBB 18): Antes da edição de 2021, Patrícia era a detentora de um dos maiores percentuais de eliminação, com 94,26% dos votos em um paredão triplo. Sua combinação de votos e articulações para eliminar adversários a colocaram na mira dos espectadores.

Dr. Gê (BBB 5): Rogério Padovan é considerado por muitos o primeiro grande vilão do BBB. Ele liderou um grupo que se opôs a Jean Wyllys, o campeão da edição. Sua estratégia calculista e a forma como tentou manipular o jogo garantiram sua fama de antagonista.

Rogério Padovan é considerado o primeiro grande vilão estrategista do BBB. Foto: Foto: Reprodução / TV Globo

Aline Dahlen (BBB 14): Conhecida pelo temperamento forte e por não fugir de confrontos diretos, Aline jogou de forma bastante isolada. Sua intensidade rendeu o apelido de “Alinaja” e a antipatia de boa parte da casa e do público, que a via como uma jogadora ríspida.

Alberto Cowboy (BBB 7): O antagonista clássico de uma das edições mais famosas. Alberto foi o líder do grupo que se opôs ao triângulo amoroso favorito do público (Diego Alemão, Íris Stefanelli e Fani). Frio e estrategista, ele arquitetou o paredão que separou Alemão e Íris, considerado uma das maiores “vilanias” estratégicas do jogo. Foi eliminado com 85% dos votos, um número altíssimo para a época. Ele está de volta no BBB 26.

Tina (BBB 2): Em uma época em que o reality ainda se descobria, Tina foi pioneira na arte do “barraco”. De personalidade explosiva, protagonizou o icônico momento em que bateu panelas pela casa para irritar os colegas, estabelecendo um padrão de confronto que seria visto muitas vezes no futuro.