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As 10 melhores seleções fora da Copa de 2026: gigantes que vão ver o Mundial pela TV
Copa 2026 terá ausências históricas após dramas, pênaltis e zebras inacreditáveis
A Copa do Mundo de 2026 promete reunir as grandes forças do futebol, mas as eliminatórias deixaram pelo caminho seleções tradicionais, bem ranqueadas pela FIFA e com elencos valiosos. Camarões, Hungria, Sérvia, País de Gales, Rússia, Polônia, Ucrânia, Nigéria, Dinamarca e Itália ficaram fora do Mundial por detalhes, jogos dramáticos e contextos políticos, gerando curiosidades sobre como alguns dos melhores times do planeta vão assistir ao torneio apenas pela TV.
Como seleções africanas tradicionais perderam a vaga nos acréscimos e nos pênaltis
Camarões chegou como potência africana, com elenco de 200 milhões de euros e invicto nas sete primeiras rodadas em grupo teoricamente acessível com Cabo Verde, Líbia e Angola. A derrota para Cabo Verde na oitava rodada e o gol do Congo aos 90+1 na repescagem tiraram uma seleção histórica da Copa, mesmo ocupando a 45ª posição do ranking da FIFA.
A Nigéria, acostumada a disputar Mundiais e com nomes como Osimhen e Lookman, tropeçou em empates e perdeu para o Benim, então 97º do ranking, cedendo a liderança para a África do Sul. Nos play-offs, passou pelo Gabão na prorrogação, mas caiu diante do Congo nos pênaltis, desperdiçando três cobranças e deixando de ir à sua quinta Copa seguida, apesar do atual 26º lugar no ranking.

Quais fatores derrubaram seleções europeias emergentes e tradicionais nas eliminatórias
A Hungria, duas vezes vice-campeã mundial, disputou vaga em grupo duro com Portugal e Irlanda, onde só o líder se classificava direto e o segundo ia à repescagem. Precisando de apenas um empate na rodada final, sofreu a virada da Irlanda aos 90+5, perdeu por 3 a 2 e caiu para o terceiro lugar, ficando fora mesmo com elenco espalhado por grandes ligas europeias.
A Sérvia, com jogadores em Milan, Juventus e outros clubes de ponta, dependia de um segundo lugar em grupo com a Inglaterra. As derrotas para Albânia e para os ingleses derrubaram a campanha cedo, e a seleção, mesmo 39ª do mundo, não conseguiu reação suficiente para chegar à repescagem europeia.
Como decisões políticas, repescagens e pênaltis tiraram Gales, Rússia e Polônia do Mundial
O País de Gales, em ascensão desde 2016, encarou grupo com a Bélgica em transição e chegou à repescagem contra a Bósnia e Herzegovina. Dominou o jogo, abriu o placar no segundo tempo, mas cedeu o empate, perdeu nos pênaltis e foi eliminado, mesmo sendo hoje a 37ª colocada, à frente de seleções tradicionais como Suécia e República Tcheca.
- A Rússia segue banida das competições da FIFA desde a invasão à Ucrânia e, mesmo jogando apenas amistosos, permanece em 36º lugar no ranking.
- A Polônia de Lewandowski somou bons resultados contra a Holanda, mas a derrota para a Finlândia e o tropeço decisivo diante da Suécia na repescagem a tiraram da Copa, apesar do 35º lugar mundial.
Confira a publicação do SoccerJM, no YouTube, com a mensagem “As 10 melhores seleções fora da Copa do Mundo”, destacando ranking de seleções ausentes do Mundial, análise de equipes fortes que ficaram de fora e o foco em debater surpresas e nível do futebol internacional:
Por que Ucrânia, Dinamarca e Itália ficaram fora da Copa mesmo bem colocadas no ranking
A Ucrânia disputou eliminatórias em contexto interno delicado, com elenco competitivo e jogadores em clubes como PSG e Benfica, mas perdeu os dois jogos para a França e foi à repescagem. Lá, enfrentou a Suécia e viu o adversário abrir grande vantagem ainda no primeiro tempo, perdendo por 3 a 1 e ficando fora do Mundial mesmo ocupando o 32º lugar no ranking.
A Dinamarca, com elenco avaliado em quase 400 milhões de euros, perdeu a liderança do grupo para a Escócia com gol sofrido nos acréscimos e falhou novamente na repescagem, parando na República Tcheca nos pênaltis. A Itália, tetracampeã mundial e atual 12ª colocada, foi superada pela Noruega nas eliminatórias e, após vencer a Irlanda do Norte, caiu diante da Bósnia também nos pênaltis, em jogo marcado pelo “papelzinho” com informações dos batedores que acabou nas mãos de um gandula adversário, dificultando a vida de Donnarumma.