Esportes
Brasileiros também brilham fora do país e serão adversários na Libertadores 2026
Além dos seis clubes nacionais, jogadores e técnicos do Brasil reforçam equipes estrangeiras e prometem cruzar o caminho dos representantes do país na fase de grupos
A fase de grupos da Libertadores 2026 começa nesta terça-feira (7), colocando seis clubes brasileiros na disputa — Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras — em busca de mais um título continental.
Mas o Brasil não estará representado apenas por esses times. Espalhados por clubes estrangeiros, jogadores e técnicos brasileiros também prometem ser protagonistas e até cruzar o caminho das equipes nacionais ao longo da competição.
Brasileiros “do outro lado” da Libertadores
Se dentro de campo o domínio brasileiro é evidente nos últimos anos, fora das equipes nacionais a presença também chama atenção. Ao todo, oito profissionais — entre atletas e treinadores — defendem clubes de outros países nesta edição.
O principal destaque é o Sporting Cristal, do Peru, que se transformou em uma verdadeira colônia brasileira. A equipe conta com quatro jogadores do país — Cris Silva, Gabriel, Gustavo Cazonatti e Felipe Vizeu — além do técnico Zé Ricardo, recém-chegado após a saída de Paulo Autuori.
Entre eles, o meia Gabriel chega com status de peça importante após boa temporada pelo Mirassol em 2025, enquanto Felipe Vizeu tenta retomar o protagonismo no ataque após passagem pelo Remo. O clube peruano terá um desafio direto contra o Palmeiras no Grupo F, o que garante um reencontro imediato com o futebol brasileiro.

Presença brasileira também em outros países
Ainda no Peru, o Universitario aposta no jovem Miguel Silveira, revelado pelo Fluminense. Aos 23 anos, o meia busca afirmação após passagens por diferentes mercados internacionais.

Já o Tolima, da Colômbia, conta com o goleiro Neto Volpi, formado na base do Figueirense e no clube desde 2023. O time colombiano está no Grupo B e não enfrenta equipes brasileiras na primeira fase.

No Equador, a LDU surge como outro polo importante de brasileiros. Campeã da Libertadores em 2008, a equipe é comandada por Tiago Nunes e reforçada pelo atacante Deyverson, herói do título do Palmeiras em 2021. O clube integra o Grupo G, ao lado de Mirassol, Lanús e Always Ready, e estreia já na altitude boliviana — um dos maiores desafios do torneio.

Libertadores começa com protagonismo brasileiro
A edição de 2026 mantém o protagonismo do Brasil, tanto pela força dos seus clubes quanto pela exportação de talentos para o restante da América do Sul. A fase de grupos será disputada até o fim de maio, com os dois melhores de cada chave avançando às oitavas de final.
Dentro ou fora das equipes nacionais, os brasileiros estarão em campo por todo o continente — e, em muitos casos, como adversários diretos na corrida pela “Glória Eterna”.