Botafogo
John Textor e outros dirigentes do Botafogo têm telefones vazados e recebem ameaças
Após eliminação na Libertadores, membros da diretoria do clube relatam ameaças graves e devem registrar ocorrência na polícia
Dirigentes do Botafogo têm telefones vazados e passaram a receber ameaças poucas horas após a eliminação do clube na fase preliminar da Copa Libertadores. A situação veio à tona nesta quarta-feira (11) e gerou preocupação dentro da diretoria alvinegra, que agora pretende acionar as autoridades policiais.
A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Felipe Silva, da ESPN, e confirmada pelo tupi.fm. Números de telefone de integrantes da cúpula do clube foram compartilhados em grupos de WhatsApp. A partir disso, mensagens ofensivas e até ameaças de morte começaram a ser enviadas diretamente.
John Textor, Léo Coelho, diretor de futebol, e Alessandro Brito, diretor de gestão esportiva do clube, tiveram os números expostos. Um dirigente em específico recebeu mais de 1500 mensagens. O caso será levado para polícia.
Crise aumenta após eliminação
A crise no clube se intensificou depois da derrota para o Barcelona de Guayaquil, do Equador, na terceira fase preliminar da Libertadores. Com o resultado negativo, o Botafogo deixou escapar a vaga na fase de grupos da principal competição de clubes da América do Sul. Como consequência, a equipe agora disputará a Copa Sul-Americana nesta temporada.
Diretoria vai registrar ocorrência
Diante da gravidade das ameaças, dirigentes do Botafogo vão registrar um boletim de ocorrência nos próximos dias. A intenção é que as autoridades investiguem tanto o vazamento das informações pessoais quanto os autores das ameaças.